Festival de Artes de Rua marcou o fim de semana em Tomar. Foto: Luís Ribeiro/mediotejo.net

O Festival de Artes de Rua, um festival mais abrangente que substituiu e integrou o festival de estátuas vivas – algo que suscitou algumas dúvidas ao PSD – terminou no domingo, dia 18 de setembro, em Tomar, com um balanço “bastante positivo”, disse a vereadora Filipa Fernandes (PS), que deu também nota de que o evento contou com bastante adesão, tanto de tomarenses como de visitantes.

“Recebi vários feedbacks da população a congratular o município por esta iniciativa, por este incremento que não fosse só o festival das estátuas vivas, porque efetivamente as artes de rua pode ser – e está provado que pode ser – muito mais que as estátuas vivas”, disse Filipa Fernandes.

Filipa Fernandes (PS), vereadora Câmara Municipal de Tomar.

A vereadora deu nota de que a zona de street food foi “um sucesso”, que os espetáculos contaram com “bastante afluência”, e que as estátuas vivas “convergiram muito bem” com os espetáculos, dando conta de que no sábado passeou com a organização para perceber a logística e a dinâmica do evento, o que lhe possibilitou perceber que este contou “com uma grande afluência, com grande adesão, com grande convívio, com grande manifestação de gente”.

“É preciso arriscar, é preciso sair da nossa zona de conforto para crescer, para trazer mundo e para continuar a colocar Tomar no mapa do mundo”, disse a eleita socialista, que aproveitou também para partilhar que os custos deste festival – que contou com financiamento – se fixaram em cerca de 30 mil euros, sendo que o festival das estátuas vivas já ia na casa dos 100 mil.

Filipa Fernandes mencionou igualmente que os restaurantes tiveram record de caixa neste fim de semana (desde a Festa dos Tabuleiros), bem como que os hotéis estiveram com uma taxa de ocupação “elevadíssima”, sendo estes outros pontos favoráveis a um evento que a edil considera “merecedor de continuar” e de “avaliar aquilo que correu menos bem e podermos para o ano continuar a apostar neste conceito de festival de artes de rua”, concluiu.

Rafael Ascensão

Licenciado em Ciências da Comunicação e mestre em Jornalismo. Natural de Praia do Ribatejo, Vila Nova da Barquinha, mas com raízes e ligações beirãs, adora a escrita e o jornalismo.

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