Depois de dois anos de interregno, o festival Bons Sons está de volta a Cem Soldos, Tomar, numa festa da música portuguesa, da ruralidade e do são convívio. Até segunda-feira, 15 de agosto, o cartaz divide os 49 artistas e conjuntos musicais convidados entre sete palcos e o próprio chão, uma vez que a edição deste ano marca por levar concertos, literalmente, para as ruas.
O festival arrancou na quinta-feira, com a receção ao campista, e decorre até segunda-feira, em Cem Soldos, uma aldeia repleta de vida com inúmeras atividades e animação. Confira os horários de todos os concertos dos próximos dois dias, com os espetáculos a terem início às 14h30 e a decorrerem até de madrugada.

DOMINGO (14 AGOSTO)
14:30 Fernando Mota / Palco Carlos Paredes
15:35 A Garota Não / Palco Giacometti-INATEL
16:40 João Francisco / MPAGDP
17:35 Grupo de Gaitas da Golegã / Na Rua
18:40 Fado Bicha / Palco Giacometti-INATEL
19:45 Siricaia / Palco Zeca Afonso
21:10 Terra Livre / Palco Lopes-Graça
22:30 Rui Reininho / Palco Zeca Afonso
23:50 Sebastião Antunes & Quadrilha / Palco Lopes-Graça
01:10 CRIATURA & Coro dos Anjos / Palco António Variações
02:25 DJ Kitten / Palco Aguardela
SEGUNDA (15 AGOSTO)
14:30 PHOLE / Palco Carlos Paredes
15:35 Tyroliro / Palco Giacometti-INATEL
16:40 MaZela / MPAGDP
17:40 Cantadeiras do Vale do Neiva / Na Rua
18:45 Maria Reis / Palco Giacometti-INATEL
19:50 André Júlio Turquesa / Palco Zeca Afonso
21:15 5.ª Punkada / Palco António Variações
22:45 B Fachada / Palco Zeca Afonso
00:05 Lena d’Água / Palco Lopes-Graça
01:25 Bateu Matou / Palco António Variações
02:25 RIVA e convidados / Palco Aguardela

Organizado pela associação cultural local, Sport Club Operário de Cem Soldos (SCOCS), o festival Bons Sons, em Cem Soldos, Tomar, realiza a sua 11ª edição entre os dias 12 e 15 de agosto. O passe de quatro dias do festival inclui campismo e custa agora 60€ (custaram 45€ até ao final de março e 52€ entre abril e julho). Os bilhetes diários têm o preço de 25 euros.
Sobre os concertos do Bons Sons, Miguel Atalaia, diretor artístico do festival, disse que estes “são sempre concertos especiais porque há na verdade uma grande grande generosidade do próprio público, e é esse público que nos interessa, é o público que vem completamente disponível para descobrir coisas novas e apoia todos os projetos que aqui estão e ocupam as diferentes praças e os diferentes palcos”.
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