Torres Novas proporciona viaja no tempo com recriação histórica. Foto: Zé Paulo Marques/mediotejo.net

Durante cinco dias, o centro histórico de Torres Novas esteve transformado numa autêntica cápsula do tempo, proporcionando uma recriação histórica que envolveu cerca de 40 companhias de animação e centenas de figurantes. O evento ‘Memórias da História’ decorreu este ano sob o mote ‘A Carta de Feira de 1273”.

A edição deste ano das “Memórias da História”, que decorreu entre quarta-feira e domingo, fez recuar o tempo no centro histórico da cidade, que se encheu de festa e das cores e sons da época, envolvendo 40 companhias de animação de todo o país, com performances de teatro, música, dança e recriação histórica.

No evento, que nos últimos 13 anos tem vindo a recuperar “os mais importantes momentos do passado de Torres Novas”, foi possível “participar em oficinas temáticas, experienciar cheiros e sabores da época, assistir a momentos de recriação, de teatro, música e dança ou simplesmente passear pelo recinto, apreciando os produtos e iguarias que os mercadores têm para oferecer”, estando presentes 120 expositores a comercializar os mais diversos produtos, desde a área alimentar ao artesanato.

“A cidade vai recuar até ao século XIII, quando Afonso III reinava em Portugal há cerca de 30 anos. Após várias contendas com o seu já falecido irmão, D. Sancho II, e depois da conquista definitiva do Algarve, El-Rei pacificou o território e pôs fim às lutas com Castela, casando com D. Beatriz, filha de Afonso X de Castela, o Sábio”, indicou a autarquia, em nota de imprensa.

Ao longo dos cinco dias da feira eram esperados “cerca de 80 000 visitantes” que puderam “conhecer as 15 diferentes áreas temáticas ou participar nas também 15 diferentes oficinas e demonstrações de ofícios” que integram um programa que pode consultar AQUI.

Fotogaleria de Zé Paulo Marques/mediotejo.net:

Notícia relacionada:

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

Natural e residente na freguesia de Sabacheira, Tomar, militar na reforma, amante da arte da fotografia, gosta de retratar atividades culturais e desportivas para fazer a sua divulgação, colaborando com vários meios na imprensa local. É um amante inveterado dos animais, da natureza, do silêncio e da leitura.

Deixe um comentário

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *