A freguesia e as associações de Meia Via, Torres Novas, marcaram a festa para este sábado e domingo, dias 10 e 11, com um programa recheado. Ao longo do fim-de-semana os visitantes podem optar por atividades infantis e desportivas, atuações de associações locais e concertos com as bandas Classic’s Band e Pedro Dyonysyo & Amigos.

A freguesia da Meia Via entrou em festa este sábado, às 12h30, hora em que começaram a ser servidos os almoços pelas associações. No domingo, os petiscos estão disponíveis meia-hora mais cedo e os jantares têm início a partir das 20h00 nos dois dias.

Uma vez alimentado o corpo, começam as atividades dirigidas aos mais novos com a abertura dos insufláveis a partir das 14h00 deste sábado e o espaço de pinturas faciais e balões da equipa Anima Sonhos, pelas 14h30, no dia seguinte.

As tardes são dedicadas às atuações das associações locais. No dia 10, as crianças do ATL do Centro Social do Divino Espírito Santo são as primeiras a subir ao palco, às 17h00, cedendo-o aos grupos da Associação Cantares Vozes da Meia Via (Os Caixinhas de Música e Cantares Vozes da Meia Via), por volta das 17h30. No dia 11 chega a dança criativa e hip-hop da Associação de Pais do Centro Escolar da Meia Via, às 15h30, e os grupos da Sociedade Filarmónica Euterpe Meiaviense (coro e banda), às 16h00.

A banda responsável pelo primeiro concerto noturno, os Classic’s Band, também é da freguesia e anima a festa a partir das 22h00 com a voz e guitarra de José Paiva, a bateria de David Paiva, a voz e clarinete de Ricardo Gama e a voz e baixo de Ricardo. O concerto de domingo começa uma hora mais cedo e traz o ritmo do concelho vizinho do Entroncamento com o grupo Pedro Dyonysyo & Amigos.

No último dia também se pratica desporto. A manhã começa com o jogo de futebol organizado pelo Grupo Desportivo Operário Meiaviense (10h00) e a tarde termina com uma mega aula de zumba (18h30).

Sónia Leitão

Nasceu em Vila Nova da Barquinha, fez os primeiros trabalhos jornalísticos antes de poder votar e nunca perdeu o gosto de escrever sobre a atualidade. Regressou ao Médio Tejo após uma década de vida em Lisboa. Gosta de ler, de conversas estimulantes (daquelas que duram noite dentro), de saborear paisagens e silêncios e do sorriso da filha quando acorda. Não gosta de palavras ocas, saltos altos e atestados de burrice.

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