Foto arquivo: Rafael Ascensão/mediotejo.net

Dos 131 rapazes rastreados, seis apresentaram dificuldades na identificação das cores e 43 dificuldades de acuidade visual, pelo que foi sugerida uma consulta de especialidade para a realização de exames complementares.

Já entre as 144 raparigas rastreadas, nenhuma delas apresentou dificuldades na identificação das cores mas 38 apresentaram dificuldades de acuidade visual, tendo sido igualmente sugerida consulta de especialidade.

Neste rastreio foi utilizado o “Teste de Ishihara” no despiste do daltonismo, e a Tabela de Snellen e as Cartas ETDRS para a acuidade visual, tendo participado no mesmo, em parceria com a ColorADD.Social e o Município de Tomar, a Condóptica, a Filmóptica, a Óptica Alípios e a Ortoptista Susana Reis.

“O daltonismo, ou cegueira da cor, é uma limitação que afeta um em cada 10 homens e uma em cada 200 mulheres. É uma limitação de condição hereditária, que afeta 350 milhões de pessoas em todo o mundo, criando aos seus portadores grandes constrangimentos ao nível da integração social e profissional e que, no contexto do processo de aprendizagem, tem impacto significativo no sucesso escolar”, explica a Associação ColorADD.Social.

O projeto “ColorADD Social nas Escolas do Médio Tejo” tem como objetivo definido a “sensibilização da comunidade escolar para o daltonismo e suas limitações, pretendendo-se contribuir para a diminuição do insucesso e abandono escolar precoce, do número de crianças com dificuldades de aprendizagem e de relacionamento interpessoal e prevenir comportamentos de exclusão social e de bullying“:

Rafael Ascensão

Licenciado em Ciências da Comunicação e mestre em Jornalismo. Natural de Praia do Ribatejo, Vila Nova da Barquinha, mas com raízes e ligações beirãs, adora a escrita e o jornalismo.

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