A Câmara Municipal de Tomar aprovou por unanimidade a aquisição de seis mini-autocarros elétricos para os Transportes Urbanos de Tomar, num investimento de 1.909.944,00€. O executivo municipal aprovou ainda a proposta do Partido Social Democrata de Tomar para a implementação de um Programa Municipal de Desfibrilhação.
Após a exposição do ponto por Anabela Freitas (PS), presidente da autarquia tomarense, no decorrer da reunião de Câmara de 30 de maio, o vereador Tiago Carrão (PSD) questionou sobre o destino a dar aos autocarros existentes e se realmente a candidatura a um apoio do fundo ambiental tinha ido a avante, conforme se tinha falado no início do procedimento.
Anabela Freitas começou por afirmar que ainda não estava definido o destino a dar aos autocarros que vão deixar de estar em atividade, mas esclareceu que a candidatura ao fundo ambiental “está aprovada” e que de outra forma não teria sido possíveis adquirir os seis autocarros. Nesse caso, disse, o investimento teria que ser “feito de forma faseada”.
A autarca adiantou ainda que a candidatura, além dos autocarros, financia também os postos de carregamento, os quais vão ser colocados na central de camionagem, tendo em conta que é daí que os veículos partem.
“Dizer-vos também, e isso foi no mandato passado, que foi aprovado aquilo que é a alteração dos circuitos dos TUT. Portanto nós iremos também trazer aqui a reunião de Câmara, porque agora é importante aferir, dentro daquilo que foi a alteração e o alargamento dos circuitos dos TUT a definição das paragens”, disse a líder do município nabantino aos elementos da vereação.

Tendo a proposta do PSD já sido primeiramente apresentada na reunião anterior, o executivo camarário aprovou agora por unanimidade a proposta levada a votação na reunião.
Anabela Freitas aproveitou para dizer que o município também já se encontrava a trabalhar nesta matéria, pelo que está a decorrer um procedimento de aquisição de desfibrilhadores com bolsa e kit DAE, onde está também incluída a sinalética, o armário, a certificação inicial e a manutenção durante o ano, bem como a formação necessária para os operadores.
A autarca deu ainda conta que, para já, nesta primeira fase e neste procedimento que está a decorrer, os equipamentos vão ser instalados no pavilhão municipal e nas piscinas cobertas.
“Numa primeira fase, a nossa intenção é cobrir todos os edifícios municipais, aqueles que têm público, mas também ir intercalando com edifícios de associações que tenham prática desportiva, e portanto está aqui incluído nesta fase também a ACR de Carvalhos de Figueiredo”, disse ainda Anabela Freitas.

