No “Mês da Prevenção dos Maus Tratos”, abril, a Comissão de Proteção de Crianças e Jovens (CPCJ) da Sertã lançou um desafio às escolas do concelho, no sentido de desenvolverem atividades de sensibilização/prevenção de maus tratos e outras formas de violência junto dos seus alunos.

Alertar para aquele que constitui, segundo a Organização Mundial de Saúde, um dos mais graves problemas de saúde pública, este desafio assenta no pressuposto de que a violência não é inevitável mas prevenível e que “Todos Juntos podemos Fazer a Diferença” na prevenção de qualquer forma de violência exercida sobre a Criança, visto que “A Infância Não se Repete”.

A iniciativa, que tem o apoio da Câmara Municipal da Sertã e do Balcão Sertã 3G, “prevê a criação de um cartaz de divulgação, de uma canção alusiva ao tema, autocolantes com desenhos alusivos ao tema, frases temáticas para inserir em pulseiras azuis e laços azuis, elaboração de um folheto explicativo sobre o laço azul e pintura de t-shirts com frases antiviolência”, explica a autarquia da Sertã acrescentando ainda que está prevista uma campanha junto da comunidade com distribuição dos diversos materiais elaborados.

As atividades previstas no “Mês da Prevenção dos Maus Tratos” “têm como objetivos o reconhecimento da existência de conflitos e de violência em geral, o desenvolvimento de atitudes de autoestima e autoeficácia nos alunos, promoção da tolerância, solidariedade e respeito pelos outros e analisar as condutas inadequadas reconhecendo o desrespeito pelos direitos e os prejuízos causados às vítimas.

Pretende-se ainda agir em situações de conflito de forma não violenta utilizando o diálogo, a negociação e a mediação, aprendendo formas alternativas de agir face a diferentes tipos de violência, sem esquecer a prevenção da violência nas relações de namoro, ao mesmo tempo que se pretende elevar os níveis de sucesso das crianças e jovens vítimas de situações de maus tratos e outras situações de perigo”, conclui a autarquia da Sertã.

Entrou no mundo do jornalismo há cerca de 13 anos pelo gosto de informar o público sobre o que acontece e dar a conhecer histórias e projetos interessantes. Acredita numa sociedade informada e com valores. Tem 35 anos, já plantou uma árvore e tem três filhos. Só lhe falta escrever um livro.

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