Santa Casa da Misericórdia de Sardoal. Créditos: DR

Vão decorrer no dia 18 de dezembro as eleições para os órgãos sociais da Santa Casa da Misericórdia de Sardoal, em Assembleia Geral Extraordinária marcada para as 14:00, na sequência da renúncia dos membros da Mesa Administrativa e do Conselho Fiscal da Santa Casa, no dia 30 de outubro, tal como noticiado pelo mediotejo.net.

A Assembleia Geral Extraordinária, que vai decorrer na Sala de Refeições do Centro de Dia Senhor Jesus dos Remédios. tem um único ponto na Ordem de Trabalhos tratando-se, então, da eleição dos órgãos sociais – vice-presidente da Mesa da Assembleia Geral, Mesa Administrativa e Conselho Fiscal – pelo período em falta do mandato social de 2019/2023.

De acordo com o Compromisso, a Assembleia Geral funcionará à hora marcada com metade dos irmãos da Irmandade da Misericórdia com direito a voto. Não estando preenchido o quórum constitutivo à hora marcada, a Assembleia Geral reunirá em segunda convocatória, meia hora mais tarde, com o número de irmãos presentes.

As listas candidatas tinham prazo de entrega até dia 6 de dezembro.

A Santa Casa da Misericórdia de Sardoal é uma Instituição com mais de quinhentos anos de existência. Primeiro funcionou como Confraria de Santa Maria da Caridade e, em 1800, foi fundado o Hospital que viria a ser, durante mais de um século, um local de cuidados de Saúde no Sardoal.

Atualmente, a Santa Casa da Misericórdia contempla um Lar de Idosos, Centro de Dia, Unidade de Apartamentos Lúcio Serras Pereira, Apoio Domiciliário e serve refeições nas Cantinas Sociais

A sua formação é jurídica e a sua paixão é História mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 à cidade natal; Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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