Rancho Folclórico da Casa do Povo do Pego. Foto: DR

O Rancho Folclórico da Casa do Povo do Pego vai realizar o seu 41º Festival de Folclore ‘Aldeia das Casas Baixas’, este sábado, dia 10 de agosto, pelas 22:30, com “uma grandiosa noite de folclore nacional”, informa a organização. O grupo de folclore, um dos mais antigos do Ribatejo, está de luto devido ao falecimento de um dos elementos.

O Festival conta com a atuação do Rancho Folclórico do Baixo Vouga – Eixo – Aveiro; Rancho Folclórico e Etnográfico de S. Pedro de Alva – Penacova; Rancho Folclórico e Etnográfico da Casa do Povo de Pontével – Cartaxo; Rancho Típico de Pombal – Pombal; e o anfitrião Rancho Folclórico da Casa do Povo do Pego – Abrantes.

O Grupo Folclórico do Pego, nascido em 1953, continua a preservar e a fazer conhecer as músicas, as danças e os hábitos, que a tradição do Pego tem mantido vivos desde os tempos dos seus antepassados.

Mais de 20 números. Alguns conhecidos no Pego “desde sempre”, outros trazidos pelos pegachos migrantes das zonas onde trabalhavam, passando a dança-las na sua terra de acordo com o seu modo de sentir.

O Rancho apresenta trajos que são cópias autênticas dos trajos originais pegachos do final do século XIX e princípios do século XX.

Rancho Folclórico da Casa do Povo do Pego de luto

“É com imensa tristeza que informamos o falecimento, esta quinta feira, dia 8 de agosto, do nosso querido amigo António Cadete. Hoje perdemos mais um dos nossos, hoje perdemos mais um dos bons amigos, um tímido e meigo bailarino, ficam as lembranças do teu jeito afável de dançar, do teu sorriso e da tua forte e contagiante amizade!

Os elementos do Rancho Folclórico da Casa do Povo do Pego apresentam os mais sentidos pêsames a toda a família enlutada, prestando assim a nossa justa e devida homenagem a este grande Pegacho, reconhecendo todo o seu amor e dedicação ao Rancho do Pego.
Votos de sentidas condolências a toda a família. Que Deus lhe dê o eterno descanso”.

Paula Mourato

A sua formação é jurídica mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 a Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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