O Museu Ibérico de Arqueologia e Arte de Abrantes (MIAA), inaugurado a 8 de dezembro de 2021 pela ministra da Cultura, celebra este domingo o seu 3º aniversário, estando de portas abertas com entradas gratuitas, em convite para conhecer aquele que foi considerado o Museu do Ano em 2023, distinção atribuída pela Associação Portuguesa de Museologia.
Instalado num edifício magnífico, o requalificado Convento de S. Domingos, o Museu Ibérico de Arqueologia e Arte (MIAA) revela a todos os visitantes a Coleção Municipal de Arqueologia e Arte, a coleção privada João Estrada e a coleção da pintora Maria Lucília Moita. É pela mão do historiador Fernando António Baptista Pereira que somos levados a conhecer um pouco melhor este museu abrantino, considerado como o Museu do Ano 2023, e alguns dos tesouros que lá podemos encontrar.
Inaugurado pela Ministra da Cultura a 8 de dezembro de 2021, os tesouros centrais deste museu são os artefactos arqueológicos pré e proto-históricos em pedra, cerâmica, bronze e outros materiais que representam a vida económica e social de várias culturas e povos que viveram no território da então Lusitânia, numa mostra selecionada de uma coleção com cerca de cinco mil peças.




O Prémio Museu do Ano é uma das principais distinções atribuídas pela APOM, que distinguem, entre outras áreas, a melhor intervenção e restauro, melhor exposição, parceria, projeto internacional, coleção visitável, colecionador e investigação.
VIDEO/REPORTAGEM/VISITA GUIADA AO MIAA:
O MIAA é composto por sete salas dedicadas ao espólio das coleções permanentes, divididas pela Pré-História, Idades do Bronze/Ferro, Antiguidade e Tesouro, Arte da Idade Média e da Idade Moderna, Escultura da Idade Média e do Renascimento em Abrantes. Existe ainda um espaço dedicado à coleção da pintora e poeta Maria Lucília Moita e uma ala para exposições temporárias.

Uma das alas do MIAA é formada por artefactos arqueológicos pré e proto-históricos em pedra, cerâmica, bronze e outros materiais que representam a vida económica e social de várias culturas e povos que viveram no território da então Lusitânia, numa mostra selecionada de uma coleção com um total global cerca de cinco mil peças.







Já na sala Maria Lucília Moita é possível conhecer o percurso desta artista natural de Alcanena que desenvolveu o seu trabalho em Abrantes ao longo de 60 anos, depois de casar.
Entre a pintura e a poesia, Maria Lucília Moita deixou um vasto legado de obras de paisagismo, natureza-morta, desenho a carvão, retratos ou abstracionismo orgânico, que agora pode ser conhecido por todos os que visitarem o MIAA.

O museu dispõe ainda de uma sala de serviços educativos, um espaço interior central e ajardinado no claustro, uma zona (circundante a esse mesmo claustro) com elementos gráficos da história do Convento e de Abrantes, cafetaria e loja.
O MIAA pode ser visitado habitualmente de terça-feira a domingo, entre as 10h00 e as 12h30 e as 14h00 e as 17h30, encontrando-se encerrado às segundas-feiras e feriados. Bilhetes: €3 ; Dos 12 aos 18 anos: €2; Maiores de 65 e acompanhantes de pessoas com necessidades especiais: €2; Famílias: €8.
