Projeto da Escola na Floresta de Ourém conta já com 15 alunos dos 2 anos e meio aos 6 anos Foto: mediotejo.net

Por decisão da Câmara de Ourém, às associações “Artistas e Artesãos Oureenses” e “Uma Escola na Floresta” vão ser cedidas instalações de antigos edifícios escolares no concelho. Na reunião da Câmara de 18 de julho foram aprovadas duas propostas de protocolo para a cedência desses edifícios.

Os “Artistas e Artesãos Oureenses” passam a ocupar as instalações do antigo Jardim de Infância de Tacoaria, em Seiça. Trata-se de uma associação que funciona como uma escola de artes e ofícios sem fins lucrativos, que apoia e divulga os artistas e artesãos do concelho de Ourém, assumindo-se como um espaço para a realização pessoal e artística dos seus associados.

Quanto à associação “Uma Escola na Floresta”, já tinha protocolado com o Município a cedência gratuita de uma das salas da antiga Escola Básica do 1.º ciclo de Vale Travesso, ficando, ao abrigo do novo protocolo, com a gestão da totalidade do edifício.

“Uma Escola na Floresta” é um projeto pioneiro no concelho, através do qual se pretende privilegiar a aprendizagem comunitária em cooperação com a natureza, uma metodologia de ensino promotora dos interesses da criança que envolve a promoção de eventos educativos para a comunidade.

Na mesma reunião de Câmara foi aprovado um protocolo a celebrar com o Centro Social Paroquial de Rio de Couros, com vista à remodelação e requalificação das instalações do Centro de Dia.

O protocolo prevê um apoio financeiro de aproximadamente 24.500 euros, montante correspondente a 50% do valor elegível privado previsto realizar pela instituição, no âmbito da despesa definida e aprovada na candidatura ao programa PARES 3.0, que tem como finalidade apoiar o desenvolvimento e consolidar a rede de equipamentos sociais a nível nacional.

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Ganhou o “bichinho” do jornalismo quando, no início dos anos 80, começou a trabalhar como compositor numa tipografia em Tomar. Caractere a caractere, manualmente ou na velha Linotype, alinhavava palavras que davam corpo a jornais e livros. Desde então e em vários projetos esteve sempre ligado ao jornalismo, paixão que lhe corre nas veias.

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