Festival do Maranho regressa à Sertã de 14 a 17 de julho. Foto arquivo: mediotejo.net

O evento acontece após dois anos de pausa forçada devido à pandemia e depois da classificação do Maranho como produto de Indicação Geográfica Protegida (IGP), de acordo com o registo publicado no Jornal Oficial da União Europeia.

“Isto vem atestar a autenticidade, a qualidade e a valia deste produto. É um reconhecimento fundamental para nós, Câmara Municipal que, juntamente com os produtores, vamos continuar a trabalhar para que a produção do maranho possa crescer e ser cada vez mais importante para a economia local”, defende o autarca.

O presidente da Câmara sublinha que se trata de um produto vendido nos restaurantes, nos talhos e também já em grandes superfícies, ou seja, “já saltou as fronteiras do concelho” sendo que “o objetivo é ser internacionalizado”, já que “é um produto com grande potencial”.

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Sobre o Festival, Carlos Miranda revela que a animação cultural e musical vai decorrer em três espaços diferentes, dois deles no recinto do festival. No palco nº 1 decorrem os grandes concertos à noite, onde se destacam como cabeças de cartaz GNR e David Carreira, num total de oito atuações, com destaque para bandas que têm, de alguma forma, relação com a Sertã.

No palco nº 2, na chamada praça das freguesias, vão estar montados os stands das freguesias, que promete apresentar “uma forma extremamente original, muito diferente do que era feito no passado, um espaço muito bonito e apelativo” em que no centro vai haver um palco onde vão decorrer muitas atividades ao longo dos quatro dias do certame.

Mas a ideia da Câmara não é restringir a animação à Alameda da Carvalha, mas sim levá-la às freguesias. Por isso estão previstos vários pequenos espetáculos um pouco por todo o concelho.

Novidade este ano é o conceito de restaurante aderente. São 24 no total que vão ostentar um selo do festival e vão ser promovidos com o evento. Isto “para mostrar que o maranho não é só durante o festival nem é só na vila”, como refere o autarca. Ele é servido diariamente em dezenas de restaurantes.

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Ganhou o “bichinho” do jornalismo quando, no início dos anos 80, começou a trabalhar como compositor numa tipografia em Tomar. Caractere a caractere, manualmente ou na velha Linotype, alinhavava palavras que davam corpo a jornais e livros. Desde então e em vários projetos esteve sempre ligado ao jornalismo, paixão que lhe corre nas veias.

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