O “núcleo duro” dos GNR, formado por Rui Reininho, Tóli César Machado e Jorge Romão. Foto: mediotejo.net

A Câmara da Sertã já revelou o cartaz musical do Festival de Gastronomia do Maranho, que decorre na Sertã de 14 a 17 de julho. Como cabeças de cartaz surgem os nomes de David Carreira e GNR, havendo este ano uma aposta na “prata da casa”.

No dia 14 de julho estão previstas as atuações da Sociedade Filarmónica Aurora Pedroguense, dos Marauders e do cantor norte-americano Chuck Wansley (a residir atualmente em Pedrógão Pequeno) acompanhado da Orquestra de Jazz do Porto.

Para o dia 15 de julho, o cartaz anuncia a cantora natural do concelho Sónia Costa, a interpretar êxitos de Tina Turner, e os consagrados GNR.

No sábado, dia 16 de julho, estão confirmados os Brass Fusion, o pianista sertaginense Marco Figueiredo, com o seu projeto musical mais recente, e o artista nacional David Carreira.

O último dia do Festival contempla atuações dos Nightmare & The Wolfmen Trio, um grupo composto por elementos do concelho, e da Orquestra de Sopros da Filarmónica União Sertaginense. A encerrar o certame acontece um espetáculo piromusical.

Estão previstas ainda atuações de vários grupos de música popular do concelho e dos ranchos folclóricos locais. Para os finais de noite a animação está a cargo de vários djs.

David Carreira e GNR. Foto: DR

“O Festival de Gastronomia do Maranho deve assumir-se como a grande montra de tudo o que de bom se faz na nossa região, não apenas ao nível das nossas iguarias, mas também em matéria de costumes e tradições. E, neste particular, a música assume um destaque especial”, realça o presidente da Câmara Municipal da Sertã.

Carlos Miranda aproveita para sublinhar que, este ano, a aposta do município será, sobretudo, “em artistas e grupos locais, pois queremos afirmar-nos e mostrar aquilo que temos de melhor na música. Além de alguns nomes já conhecidos do grande público, contaremos com a presença das nossas filarmónicas, ranchos folclóricos e grupos de música popular. Também teremos, pela primeira vez, uma nova geração de músicos, com ligações profundas ao concelho da Sertã, a pisar o palco do Festival do Maranho”.

José Gaio

Ganhou o “bichinho” do jornalismo quando, no início dos anos 80, começou a trabalhar como compositor numa tipografia em Tomar. Caractere a caractere, manualmente ou na velha Linotype, alinhavava palavras que davam corpo a jornais e livros. Desde então e em vários projetos esteve sempre ligado ao jornalismo, paixão que lhe corre nas veias.

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