A 21 de março foi assinado o Contrato de Cooperação Interadministrativo que passou para a autarquia a responsabilidade de seguir com o processo e lançar a empreitada. O concurso foi publicado em Diário da República no dia 11 de abril, menos de um mês depois, com um valor fixado nos 1,874,425 euros + IVA. A entrega de propostas para o concurso de adjudicação da empreitada termina a 17 de maio.
O valor vai ser financiado a 100% pela Administração Interna, sendo que a autarquia vai ter de adiantar o dinheiro inicialmente, revelou o presidente da Câmara, Jorge Faria, na assinatura do contrato interadministrativo. Caso tudo corra dentro do previsto, em setembro ou outubro espera-se que possa ser assinado o auto de consignação, ou seja, entregar ao empreiteiro a responsabilidade de execução da obra.

Esta nova esquadra vai permitir à PSP um local “de trabalho digno, com melhor funcionalidade e com outra modernidade, ajustado à sua atividade”, sublinhou Jorge Faria.
O contrato refere que após concluída a empreitada de construção das instalações, a autarquia do Entroncamento, dona do terreno perto do viaduto, onde vai nascer a nova esquadra, compromete-se a cedê-las em regime de comodato ao MAI, pelo período de 50 anos.
O presidente da Câmara Municipal, Jorge Faria, referiu “a concretização deste projeto, com tantos avanços e recuos, ao longos dos anos é um elemento de vital importância na estratégia de segurança e bem-estar da população do Entroncamento. Hoje firmamos mais um passo na sua concretização e vem dar uma reposta a um dos anseios mais antigos das gentes e das forças de segurança do Entroncamento”.
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Uma esquadra nova que não parece ter espaço para receber novos agentes de polícia que um possível novo governo no futuro venha a recrutar… apesar de claramente o concelho necessitar de bastantes mais agentes atribuídos.
Não aparenta ter elevadores. Boa sorte para quem tiver de cadeira de rodas, ou se for preciso tirar alguém do primeiro andar de maca.
Parece ter quartos para os agentes dormirem nas instalações, mas pasme-se: partilhados, quem é que consegue descansar bem num quarto partilhado? É que para o comandante o quarto é individual, aí fizeram bem, mas para os agentes já não… dois pesos e duas medidas?
Onde é que irão colocar veículos e outras coisas que apreendem de maiores dimensões que não caibam algures na garagem ou nos arrumos situados no andar da garagem? Ninguém pensou nisto?
Porque não existe um cofre gigante para guardar provas, documentação, etc.? Existem uns arrumos, mas serão construídos para proporcionar a segurança de um cofre?
É uma pena que este projecto tenha sido desenvolvido em semi-segredo, sem opinião do público.
Caramba até a fechadura sugerida para as portas TESA TK 80 já não é considerada segura pelos serralheiros, nem sequer a TESA TK 100 que supostamente é melhor… pelo menos em Espanha andam a recomendar por exemplo o LINCE C7W, entre eventuais outros modelos.