O presidente da Câmara do Entroncamento, Jorge Faria (PS), esteve presente no Convento de São Francisco, onde foi apresentado o projeto, Magellan 500 Airport, para o novo aeroporto em Santarém, que abrangerá concelhos confinantes como Torres Novas, Alcanena e Golegã. Em reunião de executivo, o autarca abordou os pontos positivos para o território, caso este projeto avance e seja concretizado.
Jorge Faria afirma que ao concretizar-se, este aeroporto ficaria a cerca de 18 km do Entroncamento, sendo um ponto de ligação com a ferrovia, e que será também positivo para todos os território em redor.
“Esta solução que alavancará o crescimento do território face ao expectável investimento público e privado do aeroporto, o impacto socioeconómico na região será muito positivo com fixação de pessoas, com investimento em áreas económicas relevantes e com a criação de cerca de 40 mil postos e trabalho diretos e indiretos”, disse o autarca, em reunião de executivo.
Este é um investimento totalmente privado, mas, as Câmaras Municipais de Santarém, Golegã, Torres Novas e Alcanena demonstram-se interessadas nesta solução, assim como a CIM Médio Tejo. No Convento de São Francisco, após apresentação do projeto do aeroporto foi assinado um acordo de cooperação intermunicipal entre aquelas autarquias.
A localização do novo aeroporto na zona de São Vicente do Paul e Casável, duas freguesias do concelho de Santarém que fazem fronteira com Torres Novas, Alcanena, Golegã e Chamusca, coloca também o aeroporto junto a um nó de autoestradas e ferrovia que permite o acesso a mais de 4 milhões de portugueses em menos de uma hora.
Esta opção, referem os promotores, “promove também o desenvolvimento económico e a coesão territorial, incluindo no Interior, desde o primeiro dia e sem custos públicos adicionais”.
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