Lar Santa Margarida da Coutada. Imagem: DR

Deram negativo todos os testes realizados à Covid-19 aos funcionários e utentes dos lares da Santa Casa da Misericórdia de Constância. A testagem a um universo de 135 pessoas foi realizada na segunda-feira após a deteção na passada semana de seis casos positivos em funcionários dos lares de Santa Margarida da Coutada e de São João, em Constância.

Foram 78 funcionários, 40 utentes do Lar de São João e 17 utentes do Lar de Santa Margarida que realizaram o teste à Covid-19 na segunda-feira, 26 de outubro, após a deteção de seis funcionários infetados nos dois lares da Santa Casa da Misericórdia de Constância, no âmbito de inspeções periódicas que a instituição tem vindo a realizar junto dos profissionais. “Deram todos negativos”, disse o provedor da Santa Casa da Misericórdia de Constância, António Teixeira, esta terça-feira ao mediotejo.net.

No total, foram 135 as pessoas testadas. O provedor explica que, após conhecidos os resultados, o ambiente vivido na instituição é de “um alívio muito grande”. No entanto, alerta que não é altura de “baixar a guarda”. “Há que continuar com as orientações e com as medidas porque isto é uma maratona sem fim à vista”, refere.

Quanto aos seis funcionários que testaram positivo à Covid-19, e que se encontram em isolamento nos seus domicílios, o provedor da Santa Casa da Misericórdia de Constância refere que vai ser pedido à Direção-Geral da Saúde que “façam novamente testes para percebermos e sabermos se continuam positivos ou qual é a situação”.

Para já, as visitas aos lares continuam suspensas “até novas indicações”. “Como recebemos há pouco tempo a notícia ainda nos vamos preparar e dar a conhecer às pessoas”, referiu o provedor da Santa Casa da Misericórdia de Constância.

Lar de São João – sede da Santa Casa da Misericórdia de Constância. Foto: SCM Constância

António Teixeira deixa uma mensagem de “esperança, conforto e responsabilidade social” aos familiares dos utentes dos lares da Santa Casa, sublinhando que “tudo faremos para que as coisas sejam minimizadas ao ponto de ficarmos tranquilos e voltarmos à normalidade”.

Ana Rita Cristóvão

Abrantina com uma costela maçaense, rumou a Lisboa para se formar em Jornalismo. Foi aí que descobriu a rádio e a magia de contar histórias ao ouvido. Acredita que com mais compreensão, abraços e chocolate o mundo seria um lugar mais feliz.

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