O trânsito está cada vez mais complicado na ponte da Chamusca. Foto: mediotejo.net

O presidente da câmara da Chamusca esteve reunido no dia 8 de janeiro com responsáveis regionais da Infraestruturas de Portugal para abordar vários assuntos sobre as vias e estruturas da responsabilidade desta entidade que atravessam o concelho. Um dos assuntos foi a centenária ponte da Chamusca, que atravessa o rio Tejo e liga este concelho ao da Golegã.

Os constrangimentos de trânsito são quase diários dado que os semáforos à entrada da ponte não funcionam e no tabuleiro não se conseguem cruzar dois veículos pesados.

Nos dias de nevoeiro em que a visibilidade é menor tem acontecido que dois veículos pesados que circulam em sentidos contrários não conseguem passar em simultâneo, o trânsito bloqueia e formam-se longas filas de viaturas quer do lado da Chamusca, quer do lado da Golegã, problema que por vezes se arrasta por uma ou duas horas.

A solução provisória apresentada pelo presidente da câmara da Chamusca é a criação de duas ou três bolsas de cruzamento em pleno tabuleiro da ponte, através do recolhimento dos raids cerca de 20 centímetros de cada lado, o que já iria permitir o cruzamento de duas viaturas pesadas.

A câmara já fez o levantamento do que é necessário fazer para que esta solução seja concretizada, incluindo a respetiva sinalização horizontal.

Segundo informou Paulo Queimado na reunião de câmara do dia 28 de janeiro, os técnicos e responsáveis das IP ficaram de analisar a proposta.

Pela ponte Joaquim Isidro dos Reis, assim se chama a ponte inaugurada em 1909, passam em média mil veículos pesados por dia, segundo um estudo de tráfego realizado em 2018.

Ganhou o “bichinho” do jornalismo quando, no início dos anos 80, começou a trabalhar como compositor numa tipografia em Tomar. Caractere a caractere, manualmente ou na velha Linotype, alinhavava palavras que davam corpo a jornais e livros. Desde então e em vários projetos esteve sempre ligado ao jornalismo, paixão que lhe corre nas veias.

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