O Carvoeiro chega à final da Taça Inatel depois de oito anos sem atividade desportiva. No domingo, no campo de jogos de Alcaravela, vai disputar o troféu com a equipa do Figueirense. Foto arquivo: DR

O Parque Desportivo de Alcaravela, no concelho de Sardoal, vai ser o palco da final da Taça Fundação Inatel de Santarém em futebol, no próximo domingo, dia 15 de maio. O jogo está agendado para as 16h00 e vai opor as equipas do GDR Carvoeiro (Mação) e JU Figueirense (Coruche).

O programa começa às 15h00, com a receção das entidades oficiais convidadas e abertura dos portões ao público para a festa da final da Taça Inatel, seguindo-se o desafio entre o Carvoeiro, uma agradável surpresa esta época e que pode culminar com um feito histórico o regresso à atividade desportiva depois de oito anos sem futebol, e o Figueirense, uma equipa experiente nestas andanças e com muitos títulos conquistados na Liga e Taça Fundação Inatel.

Para as 17h30 está prevista a entrega dos troféus, estando a animação assegurada pelo GETAS – Grupo de Teatro Amador de Sardoal. O CCD organizador é o GD de Alcaravela.

Para chegar à final, o Carvoeiro venceu em casa na meia final a equipa da Bemposta (Abrantes), por 1-0, ao passo que o Figueirense foi ao campo do Bairrense (Ourém) ganhar por 1-0.

O atual detentor do troféu é o Montinho dos Pegos (Coruche) que venceu a equipa das Sentieiras na final disputada na época 2018-2019, antes da pandemia interromper a competição. Na final disputada no Estádio José Peseiro, a 25 de abril de 2019, a equipa de Montinhos dos Pegos venceu a equipa do concelho de Abrantes no desempate pelas grandes penalidades (4-1). No final do tempo regulamentar registava-se um empate a dois golos.

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Mário Rui Fonseca

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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