Atleta abrantina Laura Agostinho integra comitiva portuguesa nos Jogos FICEP-FISEC 2024, no âmbito do Desporto Escolar. Fotos: DR

A atleta abrantina Laura Agostinho, de 14 anos, conquistou as suas primeiras medalhas internacionais na modalidade de atletismo, estando a representar Portugal no âmbito do Desporto Escolar nos Jogos FICEP-FISEC, que decorrem na Roménia até domingo. A atleta tem-se destacado na vertente de velocidade, tendo conquistado a medalha de ouro nos 100 metros.

A jovem atleta, aluna da Escola D. Miguel de Almeida e através de protocolo com o Agrupamento de Escolas Nº 2 de Abrantes, integra a comitiva portuguesa que está em Bucareste na competição escolar internacional, tendo conquistado a medalha de ouro ao vencer os 100 metros planos e alcançado o bronze com o 3º lugar na estafeta 4x100m femininos.

Laura Agostinho, 14 anos, é ex-atleta do Sporting Clube de Abrantes sendo atualmente treinada pela Academia Susana Estriga Sport – novo projeto da docente e também atleta veterana de Tramagal, campeã nacional e europeia em diferentes provas de atletismo.

Laura Agostinho, 14 anos, com a sua treinadora, Susana Estriga. Foto: CMA

Treinada há cerca de dois anos por Susana Estriga, a jovem tem sido uma atleta-revelação a nível regional, distrital e nacional, alcançando grandes feitos nos últimos meses na modalidade de atletismo, e por isso tem tido as atenções viradas para si pela capacidade e competência que tem demonstrado a cada sucesso somado.

Em fevereiro deste ano Laura Agostinho, enquanto atleta sub-16 do Sporting Clube de Abrantes, conquistou dois títulos de vice-campeã nacional sub-18, no Campeonato Nacional de Atletismo em Pista Coberta, que se realizou em Braga. Em março, sagrou-se campeã nacional no 22º Triatlo Jovem, realizado em Pombal.

Formada em Jornalismo, faz da vida uma compilação de pequenos prazeres, onde não falta a escrita, a leitura, a fotografia, a música. Viciada no verbo Ir, nada supera o gozo de partir à descoberta das terras, das gentes, dos trilhos e da natureza... também por isto continua a crer no jornalismo de proximidade. Já esteve mais longe de forrar as paredes de casa com estantes de livros. Não troca a paz da consciência tranquila e a gargalhada dos seus por nada deste mundo.

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