Aos 14 anos, Laura Agostinho bateu já vários recordes distritais. Fotos: DR/SCA

Laura Agostinho, atleta Sub16 do Sporting Clube de Abrantes, conquistou dois títulos de vice-campeã nacional Sub18, no Campeonato Nacional de Atletismo em Pista Coberta, que se realizou a 3 e 4 de fevereiro em Braga.

Nos 60m a atleta superou logo o seu recorde pessoal na eliminatória e voltou a melhorar o registo na final, fixando em 7,88 o novo recorde regional no escalão Sub16.

No concurso de salto em comprimento, a decorrer ao mesmo tempo que a final dos 60m, conseguiu alcançar no 6º e último ensaio os 5,28m, um novo máximo pessoal em pista coberta e que lhe valeu o segundo lugar do pódio, no escalão Sub18.

Treinada há dois anos por Susana Estriga, que se sagrou por diversas vezes campeã nacional e europeia em diferentes provas de atletismo, Laura Agostinho começou a destacar-se em provas regionais no ano passado, onde literalmente “chegou, viu e venceu”.

Susana Estriga treina as “promessas” do atletismo no Sporting Clube de Abrantes. A professora de educação física sagrou-se várias vezes campeã nacional e aos 48 anos continua a competir (e a ganhar) nas provas de veteranos. Foto: DR/SCA

A treinadora não podia estar mais feliz, vislumbrando no horizonte muitas vitórias para a atleta do Sporting Clube de Abrantes. “Esta miúda com 14 anos, que praticou patinagem e ginástica, indo depois para o atletismo porque não a aceitaram no futebol, conquistou com enorme mérito estes dois títulos de vice-campeã nacional.”

É o resultado do seu “talento, trabalho e dedicação”, diz Susana Estriga, agradecendo ao patrocinador (SUNNEX) e também “a todos aqueles que têm ajudado a lutar por esta modalidade” em Abrantes e “acreditado e valorizado o trabalho” que a treinadora tem desenvolvido em prol dos jovens.

Sou diretora do jornal mediotejo.net, diretora editorial da Médio Tejo Edições e da chancela de livros Perspectiva. Sou jornalista profissional desde 1995 e tenho a felicidade de ter corrido mundo a fazer o que mais gosto, testemunhando momentos cruciais da história mundial. Fui grande-repórter da revista Visão e algumas da reportagens que escrevi foram premiadas a nível nacional e internacional. Mas a maior recompensa desta profissão será sempre a promessa contida em cada texto: a possibilidade de questionar, inquietar, surpreender, emocionar e, quem sabe, fazer a diferença. Cresci no Tramagal, terra onde aprendi as primeiras letras e os valores da fraternidade e da liberdade. Mantenho-me apaixonada pelo processo de descoberta, investigação e escrita de uma boa história. Gosto de plantar árvores e flores, sou mãe a dobrar e escrevi quatro livros.

Deixe um comentário

Leave a Reply