Foto: CMA

O Núcleo de Abrantes da Liga dos Combatentes celebrou o 101º aniversário no sábado, dia 29 de setembro, num momento que contou com a inauguração do Memorial aos Combatentes da Guerra do Ultramar do Concelho de Abrantes, instalado na Rotunda dos Antigos Combatentes, junto ao Parque Urbano de São Lourenço, na cidade.

Seguiu-se uma cerimónia militar comemorativa, com a participação da Banda Filarmónica Mourisquense que executou o Hino Nacional. O memorial recebeu ainda a bênção pelo Padre António Castanheira, além dos habituais discursos em dia de aniversário do núcleo abrantino da Liga dos Combatentes, liderado pelo Coronel Fernando Lourenço, numa ocasião que releva o papel preponderante desta instituição centenária na vida dos ex-combatentes e suas famílias, mas também pelo seu contributo na preservação da memória e da História.

O memorial junta-se à chaimite instalada na recente rotunda de São Lourenço, inaugurada por ocasião das comemorações dos 50 anos do 25 de Abril, e que é uma homenagem às Forças Armadas e em particular aos antigos combatentes da Guerra do Ultramar.

As cerimónias tiveram lugar na nova Rotunda dos Antigos Combatentes, junto ao Parque Urbano de S. Lourenço, e contou com a presença do presidente da Liga dos Combatentes, General Chito Rodrigues, bem como do presidente da Câmara Municipal de Abrantes, Manuel Jorge Valamatos, do vice-presidente João Gomes, do presidente da Assembleia Municipal de Abrantes, António Mor, bem como o presidente da Câmara de Mação, Vasco Estrela, e o vice-presidente da Câmara de Sardoal, Jorge Gaspar.

Também esteve representando o Exército Português, nomeadamente o Regimento de Apoio Militar de Emergência (RAME), além de antigos combatentes, membros do Núcleo de Abrantes da Liga dos Combatentes e demais comunidade.

Formada em Jornalismo, faz da vida uma compilação de pequenos prazeres, onde não falta a escrita, a leitura, a fotografia, a música. Viciada no verbo Ir, nada supera o gozo de partir à descoberta das terras, das gentes, dos trilhos e da natureza... também por isto continua a crer no jornalismo de proximidade. Já esteve mais longe de forrar as paredes de casa com estantes de livros. Não troca a paz da consciência tranquila e a gargalhada dos seus por nada deste mundo.

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