Mostra de Teatro do Grupo Palha de Abrantes assinala 16ª edição. Foto arquivo: GTPA

A Mostra de Teatro de Abrantes, organização do Grupo de Teatro Palha de Abrantes (GTPA), está de volta até 18 de outubro, com uma série de espetáculos que vão marcar esta 16ª edição. Na sede do grupo, na antiga escola dos Quinchosos, perante casa cheia, a mostra arrancou no dia 27 de setembro com a peça “A Última Noite na Pensão do Monte”, encenada pelo Teatro Amador de Sandim.

No sábado, dia 4 de outubro, a Oficina de Teatro de Alvaiázere sobe ao palco com a apresentação de seis peças curtas que, reunidas, dão origem ao projeto intitulado “Bem Podem Esperar Sentados”.

A 11 de outubro, será a vez do grupo anfitrião apresentar uma das suas criações originais. “Michelin”, da autoria do dramaturgo José Luís, e que conta com a interpretação do ator André Leal.

O encerramento da Mostra está marcado para o dia 18 de outubro, com a peça “Tarimba”, do dramaturgo brasileiro Afonso Nilson. O autor, que é também ator e encenador, concedeu autorização especial para que a obra pudesse ser apresentada em Portugal, encerrando assim a edição deste ano do GTPA.

A mostra decorre na sede do grupo de teatro, na antiga escola primária dos Quinchosos, no centro histórico de Abrantes, sempre às 21h30. Para garantir lugar deve ser feita reserva antecipada, através das redes sociais do GTPA, do email: gtpalhadeabrantes@gmail.com ou pelo telefone 910336422.

A Mostra de Teatro de Abrantes teve origem em 2005, assinalando a 16ª edição dentro dos cerca de 27 anos de existência deste grupo de teatro, que iniciou a sua atividade em 1998 sob orientação das professoras Helena Bandos e Maria Rosa Garcia.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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