Entramos em dezembro. Intrinsecamente o nosso sentir é positivo. Vivemos os valores da paz, da família, da esperança, da solidariedade. Mas também a confiança, o sentido de responsabilidade e espírito de entreajuda. Estes são os valores que nos ajudam a centrar no essencial. São valores positivos, de esperança no futuro.

É nesta esperança que dezembro nos conduz à reflexão, à análise, à retrospetiva, ao balanço. À força e determinação para olhar o futuro. O ano de 2017 foi particularmente difícil e imprevisível. Para a nossa região, para Portugal e para o Mundo. Podia falar de vários acontecimentos que marcaram a vida de todos nós, a uns mais que outros, influenciaram a visão de futuro.

Enumero dois que me marcaram, que alteraram o rumo da história das populações e com os quais devemos aprender e repensar o futuro: A Floresta e o Tejo.

A Reforma Florestal está em curso e no início do próximo ano entrarão em vigor os diplomas, já aprovados, que vão ditar, e bem, o futuro da nossa Floresta.

A resolução da quantidade e qualidade da água do rio Tejo assume-se como uma prioridade. O Tejo representa para todos aquilo que de melhor temos: património, paisagem, qualidade de vida, biodiversidade, turismo, recursos hídricos, pesca, agricultura, mas também indústria a par da inovação.

A Floresta. O Tejo. Dois bens naturais que enriquecem o nosso bem-comum.

Ao destacá-los, propositadamente nesta época, faço-o com o propósito de agitar as consciências, de lançar o desafio premente de nos concentrarmos nas soluções, no efetivar, no responsabilizar, no fazer acontecer. Na garantia da preservação do nosso território.

Termino centrando-me no essencial: Na responsabilidade acrescida que temos na construção do nosso futuro coletivo.

Festas Felizes!

Maria do Céu Albuquerque

Presidente da Câmara Municipal de Abrantes

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