Reunião da Comissão Municipal de Gestão Integrada de Fogos Rurais. Foto: Pérsio Basso(CMVNB

O Plano Operacional Municipal (POM) de Vila Nova da Barquinha para o ano de 2024 foi apresentado e aprovado por unanimidade esta segunda-feira, 8 de abril, durante a reunião da Comissão Municipal de Gestão Integrada de Fogos Rurais que decorreu no Salão Nobre dos Paços do Concelho.

O POM é integralmente elaborado pelos Serviço Municipal de Proteção Civil e Gabinete Técnico Florestal (GTF) do Município de Vila Nova da Barquinha e tem como objetivo operacionalizar todo o dispositivo de defesa da floresta.

Este Plano define a estratégia de prevenção e combate dos incêndios florestais, regulando a articulação entre entidades e organismos municipais e distritais, incluindo ações de vigilância, deteção, fiscalização, 1.ª intervenção, combate, rescaldo e vigilância pós-incêndio.

Na sessão estiveram presentes o presidente da Câmara Municipal de Vila Nova da Barquinha, Fernando Freire, a vice-presidente, Marina Honório, o vereador Manuel Mourato, representantes das Juntas de Freguesia do concelho, do Gabinete Técnico Florestal, do Serviço Municipal de Proteção Civil, da GNR – Posto Territorial de Vila Nova da Barquinha e do Destacamento Territorial de Torres Novas, do SEPNA, do ICNF, dos Bombeiros Voluntários de Vila Nova da Barquinha, do grupo ALTRI, do Clube Desportivo de Caça e Pesca de Vila Nova da Barquinha, da Associação de Agricultores dos Concelhos de Abrantes, Constância, Sardoal, Mação e concelhos limítrofes, e do Regimento de Engenharia de Tancos.

No final da reunião, o presidente Fernando Freire manifestou “a disponibilidade total por parte do Município para colaborar com todas as entidades, pois importa privilegiar e salvaguardar a proteção de bens e pessoas”, à medida que o período crítico de incêndios se aproxima.

A sua formação é jurídica e a sua paixão é História mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 à cidade natal; Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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