Em plena época da lampreia, os pescadores do rio Tejo em Vila Nova da Barquinha sofrem na pele o problema da poluição por estarem a ter dificuldades em escoar o pescado. No entanto, pescadores e autarcas garantem que, nesta altura, o rio corre limpo e os peixes têm qualidade para serem consumidos.
No caso da lampreia, ciclóstomo que vem do mar e sobe o rio para desovar, este ano há mais quantidade do que no ano passado, garante Rui Paulo, pescador de Vila Nova da Barquinha há cerca de 35 anos. Garante que o peixe é bom mas há dificuldades em vende-lo por causa da imagem que deixou o problema da poluição junto dos donos dos restaurantes e dos clientes. No entanto, nas últimas semanas já não é visível qualquer sinal de poluição, as águas correm transparentes e a qualidade do peixe é garantida.
Numa altura em que decorre em oito restaurantes de Vila Nova da Barquinha a Mostra gastronómica “Mês do Sável e da Lampreia”, registámos as preocupações dos pescadores e o convite do Presidente da Câmara, Fernando Freire, para saborear estes pitéus.
