José Cunha. Foto: Pérsio Basso / CM VN Barquinha

José Cunha vai soltar palavras no Centro de Estudos de Arte Contemporânea (CEAC) a partir das 18h30 desta sexta-feira, dia 25. Carlos Vicente, coordenador do CEAC, solta outras tantas enquanto dinamiza a sessão dedicada ao tema “Santos da casa também fazem milagres” e que dá a conhecer a vida de quem escolheu a Atalaia para viver rodeado de números, letras e arte.

Nascido na zona de Ponte de Lima em 1953, tornou-se residente do concelho de Vila Nova da Barquinha há quatro décadas, onde desempenhou a função de chefe da Repartição de Finanças durante 16 anos. Ao mesmo tempo, foi desenvolvendo o gosto pela pintura e a escrita e, do último caso, resultou na publicação do romance “Sem certezas” em 2007. Atualmente integra a direção da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Vila Nova da Barquinha.


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Nasceu em Vila Nova da Barquinha, fez os primeiros trabalhos jornalísticos antes de poder votar e nunca perdeu o gosto de escrever sobre a atualidade. Regressou ao Médio Tejo após uma década de vida em Lisboa. Gosta de ler, de conversas estimulantes (daquelas que duram noite dentro), de saborear paisagens e silêncios e do sorriso da filha quando acorda. Não gosta de palavras ocas, saltos altos e atestados de burrice.

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