Um dos aspetos da visita inaugural da Feira do Tejo (Foto: José Gaio)

A Feira do Tejo, que começou nesta sexta feira, dia 9, e se prolonga até dia 13, no Barquinha Parque conta este ano com quase 100 expositores espalhados junto ao Barquinha Parque.

Artesanato, tasquinhas e representações de instituições e coletividades preenchem os stands aos quais se juntam bancas dos projetos “Empreendedorismo na Escola” em que os alunos tentam comercializar os produtos por si idealizados.

Alguns dos stands da Feira do Tejo (Foto: José Gaio)

Ao final da tarde desta sexta feira, dia 9, o presidente da Câmara, acompanhado de outros autarcas e convidados, visitou todos os stands e cumprimentou todos os expositores, marcando assim o arranque da Feira do Tejo que promete atrair milhares de pessoas a Vila Nova da Barquinha.

Um dos pontos de atração é o programa de animação todas as noites com concertos dos Moonshiners (dia 9), Amor Electro (dia 10), Arregaita e Convidados (dia 11), Ana Lains (dia 12) e Orquestra Ligeira do Exército (dia 13). Todos os espetáculos têm entrada livre.

Artista finlandesa expõe na Galeria do Parque

Anni Katajamäki é finlandesa mas está radicada no concelho de Tomar há quase uma década. São dela as obras que estão em exposição na Galeria do Parque em Vila Nova da Barquinha.

A exposição foi inaugurada antes da abertura da feira do Tejo na presença de autarcas não só de Vila Nova da Barquinha mas também de outros concelhos, além de dezenas de convidados.

Anni Katajamäki (à dta.) apresenta as suas obras (Foto: José Gaio)

A artista explicou detalhadamente cada uma das obras expostas e que podem ser apreciadas até dia 27 de agosto.

A exposição “Nós, Vós, Eles: failed strategies” “presenteia o observador com um núcleo de obras desenvolvidas em torno do que é habitar um lugar e das relações humanas que se vão desenvolvendo perante essa condição”, escreve Rita Gaspar Vieira no desdobrável de apresentação. Acrescenta que “o trabalho de Anni Katajamäki recorre à sua memória pessoal para com ela edificar um território no qual situações particulares surgem reivindicando leituras universais, constituindo um projeto assente no “erro” ou na “falha”, que necessariamente participam das estratégias de relação diária entre nós”.

Anni Katajamäki é doutoranda em Belas Artes na Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa depois de concluir o mestrado no mesmo estabelecimento e de concluir a licenciatura em artes plásticas – pintura e intermédia do Instituto Politécnico de Tomar.

Loja “Sabores do Tejo” aposta nos produtos locais da região

A loja “Sabores do Tejo”, propriedade do município da Barquinha e explorada pela ADIRN – Associação de Desenvolvimento Integrado do Ribatejo Norte, foi inaugurada no dia 9, antes da abertura da Feira do Tejo. Funciona no chamado edifício Joaninha, um anexo da antiga escola que funcionou como cantina.

Momento inaugural da loja “Sabores do Tejo” (Foto: José Gaio)

A requalificação do imóvel, no valor de 60 mil euros, faz parte do PARU – Plano de Ação de Regeneração Urbana e tem o apoio do Acelerador de Investimento PT2020.

Na loja de pouco mais de 40 m2 estão à venda produtos locais da nossa região como queijos, doces, licores, vinhos, artesanato e souvenirs.

Na cerimónia inaugural da loja “Sabores do Tejo”, o presidente da Câmara, Fernando Freire, explicou a génese e o objetivo do projeto, que é a promoção dos produtos locais.

A loja funciona no edifício Joaninha (Foto: José Gaio)

A loja vai funcionar de terça a sexta feira das 13 às 22 horas e aos sábados e domingos, das 10 às 22 horas, encerrando à segunda feira. Ali vai ser possível provar os produtos da nossa região. Aliás estão previstas ações periódicas de degustação e animação.

A “Sabores do Tejo” é a terceira loja da ADIRN. As outras duas situam-se em Tomar, uma no Convento de Cristo e outra na rua Infantaria 15. Chegou a funcionar uma em Torres Novas, mas os resultados não corresponderam às expectativas e foi encerrada, conforme explicou Jorge Rodrigues, coordenador técnico da ADIRN.

Ganhou o “bichinho” do jornalismo quando, no início dos anos 80, começou a trabalhar como compositor numa tipografia em Tomar. Caractere a caractere, manualmente ou na velha Linotype, alinhavava palavras que davam corpo a jornais e livros. Desde então e em vários projetos esteve sempre ligado ao jornalismo, paixão que lhe corre nas veias.

Deixe um comentário

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *