Feira Renascentista assinalou 500 anos do Foral de Payo de Pelle (Praia do Ribatejo). Foto: Arlindo Homem

Durante dois dias, a localidade de Praia do Ribatejo viajou na história e reviveu o tempo em que se chamava Payo de Pelle e era território da Ordem de Cristo, depois de ser Templário. A Feira Renascentista decorreu nos dias 29 de fevereiro e 1 de março, encerrando-se com este evento as celebrações dos 500 anos do Foral de Payo de Pelle, actual Praia do Ribatejo.

A feira abriu no sábado junto ao Pavilhão Desportivo da Praia do Ribatejo, onde, no Espaço Memória de Payo de Pelle (antiga Escola Primária), realizou-se uma palestra “em tomo de Payo de Pele – a Vita e a região na idade média” pelo Professor João José Alves Dias, seguindo-se a apresentação da reedição do livro “Paio de Pele – A Vila e a Região do Século XII ao XVI”, e a inauguração da exposição “A História de Payo de Pelle”.

Recriação histórica assinalou os 500 anos de Foral de Payo de Pelle, atual Praia do Ribatejo. Foto: Arlindo Homem

O dia contou ainda com a apresentação de Quadros Históricos por elementos da Formação Ocupacional de Seniores, e Dança, Jogral e acrobacias pelos Traquinas e Petizes do jardim de infância de escola básica de Praia do Ribatejo, a par do grupo Origo, com música da época.

Feira Renascentista assinalou 500 anos do Foral de Payo de Pelle. Foto: Arlindo Homem

No domingo, dia 1 de março, a feira contou com a recriação da entrega do Foral, tendo terminado com o cortejo final da Ordem de Cristo.

Fotogaleria de Arlindo Homem:

Este evento foi organizado pela Junta de Freguesia de Praia do Ribatejo, com o apoio do Município de Vila Nova da Barquinha, as coletividades locais, o Agrupamento de Escolas, a Universidade Sénior, entre outras entidades.

Mário Rui Fonseca

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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