Fernando Freire, presidente da Câmara Municipal de Vila Nova da Barquinha, diz que uma nova ponte sobre o Tejo é uma "necessidade premente" na região: (Foto: mediotejo.net)

Com mais uma edição da Feira do Tejo à porta, Vila Nova da Barquinha prepara-se para o principal acontecimento cultural do concelho e uma verdadeira mostra do que tem de melhor.

De 9 e 13 de junho o parque ribeirinho da vila, que se estende por uma área de 9 hectares, conta receber milhares de visitantes como tem acontecido nos últimos anos.

Teatro de rua, animação e mostra da dinâmica associativa no concelho são aspetos que o Presidente da Câmara de VN Barquinha destaca para a edição deste ano.

Aliás num concelho com cerca de 7.300 habitantes em que funcionam quatro dezenas de coletividades, estas desempenham um papel importante na projeção e animação da festa.

Quando se fala em Vila Nova da Barquinha, fala-se de arte ou não fosse o Concelho uma referência na região nesta área. A juntar ao parque de escultura contemporânea no Parque Ribeirinho estão a ser criadas nas freguesias obras de arte urbana por artistas conceituados como Vhils, Manuel João ou Violant no chamado projeto Artejo.

E para quem visitar VN Barquinha durante a festa anual há muitas outras sugestões de visita a começar pelo emblemático castelo templário de Almourol, a ser alvo de melhoramentos em breve.

Num concelho de pequena dimensão mas arrojado e criativo nos projetos, está a surgir um Centro de Interpretação Templário, que vai funcionar no Centro Cultural e onde vão estar expostos objetos e documentos únicos ligados à Ordem dos Templários. Anuncia-se a sua inauguração para outubro.

Estes e outros projetos a nível da educação, da arte, da ciência e do património, levam ao Presidente da Câmara de VN Barquinha, Fernando Freire, a dizer que “a Barquinha está na moda”.

Ganhou o “bichinho” do jornalismo quando, no início dos anos 80, começou a trabalhar como compositor numa tipografia em Tomar. Caractere a caractere, manualmente ou na velha Linotype, alinhavava palavras que davam corpo a jornais e livros. Desde então e em vários projetos esteve sempre ligado ao jornalismo, paixão que lhe corre nas veias.

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