A exposição ‘Nós, vós, eles: failed strategies’, de Anni Katajamaki, é inaugurada esta sexta-feira na Galeria do Parque, no âmbito da abertura oficial da Feira do Tejo 2017, festas do concelho de Vila Nova da Barquinha.

Em nota de imprensa, a autarquia refere que a artista “presenteia o observador com um núcleo de obras desenvolvidas em torno do que é habitar um lugar e das relações humanas que se vão desenvolvendo perante essa condição”.

Nessa circunstância mínima de espaço e de tempo exigidos para que cada um se possa ‘sentir em casa’ a artista destaca a métrica do corpo humano, e concretamente a do seu próprio corpo, como ponto de partida para a construção de objetos artísticos sensíveis, cuja diversidade do médium vai do vídeo à construção de elementos tridimensionais, passando pelo desenho, acrescenta a mesma nota.

O trabalho de Anni Katajamaki recorre à sua memória pessoal para com ela edificar um território no qual situações particulares surgem reivindicando leituras universais, constituindo um projeto assente no ‘erro’ ou na ‘falha’, que necessariamente participam das estratégias de relação diária entre nós.

Anni Katajamaki nasceu em 05 de novembro de 1977 em Sodankyla, Finlândia. Vive e trabalha em Tomar. Doutoranda em Belas Artes desde 2014, na Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa, tem como formação base a Licenciatura em Artes Plásticas – Pintura e Intermédia do Instituto Politécnico de Tomar. Nos últimos anos, participou em diversas exposições em Portugal e na Finlândia.

Esta iniciativa é fruto da parceria do Município de Vila Nova da Barquinha com o Instituto Politécnico de Tomar e com a Fundação EDP.

 

Galeria do Parque

Edifício dos Paços do Concelho de Vila Nova da Barquinha

Horário:

Quarta, quinta e sexta-feira > 11:00 às 13:00, 15:00 às 18:00

Sábado e domingo > 15:00 às 19:00

Encerra à segunda e terça-feira

Entrada gratuita

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

Deixe um comentário

Leave a Reply