Exposição “A experiência de estar no mundo” inaugura na Galeria do Parque em Vila Nova da Barquinha. Foto: CMVNB

A Galeria do Parque, em Vila Nova da Barquinha, vai acolher entre sábado, 29 de novembro, e até 3 de janeiro, a exposição “A experiência de estar no mundo”, composta por trabalhos de alunos do Centro de Estudos de Arte Contemporânea (CEAC) e com curadoria de Rita Gaspar Vieira.

A mostra reúne peças produzidas nos ateliers teórico-práticos de Desenho e Pintura, Fotografia e Vídeo do CEAC, dinamizados ao abrigo de um protocolo entre o Município de Vila Nova da Barquinha, o Instituto Politécnico de Tomar e a Fundação EDP.

Os ateliers decorrem semanalmente: o Atelier Livre de Desenho e Pintura realiza-se às segundas-feiras, das 16h às 21h; às terças-feiras têm lugar o Atelier de Pintura, entre as 15h e as 18h, e o Atelier de Desenho, das 18h às 21h; às quartas-feiras decorre o Atelier de Fotografia, das 18h às 21h. O Atelier de Vídeo está previsto para fevereiro de 2026, com horário ainda por anunciar. Cada atividade tem o custo de 20 euros, com desconto de 50% para inscrições em mais do que um atelier.

A curadora Rita Gaspar Vieira explica que os alunos foram desafiados a refletir sobre “a singularidade da sua vida e do seu olhar sobre o quotidiano, o cosmos e a própria condição humana”, integrando também a ideia de “ver de olhos fechados”. Segundo a curadora, esta abordagem dialoga com as transformações artísticas ocorridas no final do século XIX e início do século XX, marcadas pela rutura com a mera representação e pela afirmação do Abstracionismo.

A inauguração da exposição está marcada para sábado, dia 29 de novembro, às 15h00.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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