Dia Nacional dos Centros Históricos vai ser comemorado em Tancos. Foto: Pérsio Basso / CMVNB

O Dia Nacional dos Centros Históricos celebra-se em Vila Nova da Barquinha no sábado, dia 30 de março, às 15h00, no Cais de Tancos, onde terá lugar um percurso interpretativo pela aldeia histórica e uma atuação do Grupo Folclórico Os Pescadores de Tancos (Fandango). As inscrições são gratuitas mas obrigatórias.

Às portas do Castelo de Almourol, com vista para o rio Tejo num cenário marcado pela paisagem ribeirinha envolvente, Tancos é “um tesouro do centro de Portugal”, indica o município em nota de imprensa. “Na margem direita do Tejo, é uma das aldeias mais floridas da Europa, tendo conquistado em 1999 uma Medalha de Bronze no Concurso Europeu”, releva a autarquia.

A Igreja Matriz, edifício do século XVI, é talvez o símbolo mais importante de Tancos e impõe-se sobre a aldeia. Vale a pena subir até ao adro para vislumbrar a paisagem magnífica do rio e do seu guardião, o Castelo de Almourol, um lugar de sonho. Fortaleza reconstruída por Gualdim Pais, mestre da Ordem dos Templários, em 1171, foi classificado como Monumento Nacional em 1910. Em 2007, foi um dos finalistas da eleição das 7 Maravilhas de Portugal.

Na zona ribeirinha, junto ao cais D´el Rei, realiza-se anualmente um festival gastronómico com peixe do rio, em julho. Em fevereiro e março, é o sável e a lampreia que animam o cais. Durante todo o ano, os pescadores retiram do rio parte do seu sustento.

Em Tancos, aventure-se num passeio fluvial até ao Castelo de Almourol, numa descida de canoa ou numa caminhada no Trilho Panorâmico do Tejo, um dos mais belos de Portugal.

O Municipio disponibilizará transporte em autocarro para Tancos (lugares limitados), com concentração às 14h30, junto ao Centro Cultural de Vila Nova da Barquinha.

As inscrições são gratuitas mas obrigatórias em: turismo@cm-vnbarquinha.pt ; 249 720 358

A sua formação é jurídica e a sua paixão é História mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 à cidade natal; Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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