Bombeiros assinam protocolo com o Município para apoio financeiro. Créditos: Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de VNB

Os bombeiros de Vila Nova da Barquinha estiveram no quartel velho, no dia 8 de março, para assinar o contrato de colaboração e apoio entre a Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários e o Município de Vila Nova da Barquinha. Os presidentes escolheram simbolicamente aquele local para homenagear as Bombeiras que ao longo de todas estas décadas deram o melhor de si em prol dos seus concidadãos.

O apoio previsto neste protocolo, destina-se ao pagamento de metade do valor das remunerações de duas equipas de intervenção permanente, com as atualizações anuais, à vertente operativa das equipas, ao pagamento das despesas de segurança e saúde ocupacional, seguros de acidentes, manutenção de banda de música dos bombeiros e outras atividades culturais.

Este protocolo tem uma vigência anual, merendo especial relevância o aumento excecional de 47% em relação ao ano transato, incremento que já foi orçamentado pela Associação para aquisição de uma nova ambulância de socorro e a melhoria dos balneários e alojamentos, utilizados nos serviços diários pelos nossos bombeiros, ações que serão efetivadas até à celebração do centenário da Associação, em 2025.

Este acordo de cooperação é classificado pelos Bombeiros de “fundamental” para a Associação “poder desenvolver as várias atividades da sua missão, no âmbito do socorro e proteção civil”.

A sua formação é jurídica e a sua paixão é História mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 à cidade natal; Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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