Vila Nova da Barquinha exalta património natural local em concurso de fotografia. Foto: Pérsio Basso

Fotografar o património local natural é o desafio lançado à comunidade para um concurso promovido pela Biblioteca Municipal de Vila Nova da Barquinha e pela Rede de Bibliotecas Escolares. O concurso de fotografia decorre a nível local até 17 de fevereiro.

Com o objetivo de valorizar e promover o património natural a nível local, a Rede de Bibliotecas Escolares, a Rede Intermunicipal de Bibliotecas das Comunidades Intermunicipais Oeste, Lezíria e Médio Tejo e o Centro de Informação Europe Direct Oeste, Lezíria e Médio Tejo organizam este concurso de fotografia que tem como mote «Vamos fotografar o nosso património natural».

O concurso foi construído para a participação da comunidade escolar e da comunidade local.

No caso da comunidade local (fase municipal), os participantes deverão inscrever-se até ao dia 17 de fevereiro de 2023 na Biblioteca Municipal de Vila Nova da Barquinha, enviando, através do correio eletrónico biblioteca.barquinha@cm-vnbarquinha.pt, uma única fotografia acompanhada de um título ou de uma frase alusiva ao tema, podem enviá-la através de ferramentas de envio eletrónico (exemplo Wetransfer).

A fase intermunicipal congrega os vencedores da fase municipal (adultos e menores), onde será escolhido um vencedor por escalão em cada comunidade intermunicipal participante: Comunidade Intermunicipal da Lezíria do Tejo (CIMLT), Comunidade Intermunicipal do Médio Tejo (CIMT) e Comunidade Intermunicipal do Oeste (OESTECIM).

Serão considerados a concurso os trabalhos realizados sobre o tema do património natural do respetivo concelho. Cada participante poderá concorrer no município em que reside ou trabalha, apenas com uma única fotografia, inédita, da sua autoria, acompanhada de um título ou de uma frase alusiva ao tema, com o máximo de 160 caracteres.

 As imagens em suporte digital, a cores ou a preto e branco, deverão ser enviadas em formato JPEG, e captadas com uma resolução igual ou superior a 8 Megapixéis.

O regulamento pode ser consultado AQUI.

Mário Rui Fonseca

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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