Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Vila Nova da Barquinha. Imagem: AHBVB

Um simples “obrigado” é suficiente para deixar registado o seu apreço aos serviços e apoios que lhe são prestados no dia a dia. Para isso nasceu o “Livro de Elogios”, o qual está já disponível na Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Vila Nova da Barquinha, a primeira do país a aderir ao projeto.

A queixa está para o livro de reclamações como o “obrigado” está para o livro de elogios. É assim que podemos descrever o “Livro de Elogios”, um projeto desenvolvido pela conferencista Cristina Leal, em parceria com a Fundação Gil e a Rádio Renascença.

Tal como o nome indica, o “Livro de Elogios” tem como propósito elogiar, mas o objetivo vai mais além: reconhecer o esforço daqueles que prestam serviços às comunidades todos os dias, motivando-os através do poder de uma palavra de reconhecimento.

Em Vila Nova da Barquinha, a Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários aderiu a este projeto, através da aquisição da versão digital do livro, sendo pioneira a nível nacional no que respeita à área dos bombeiros.

Com a expectativa de que através desta plataforma se torne mais eficaz ter uma noção da qualidade dos serviços que prestam à população, a Associação Humanitária admite a importância de “ouvir um simples mas significativo e motivante ‘Obrigado’ da parte dos socorridos e dos utentes que acedem aos serviços da associação”.

Conforme se pode ler na versão digital do “Livro de Elogios”, “ é preciso elogiar, reconhecer o que é bom e ousar deixar isso registado”. Nesse sentido, para deixar o seu elogio basta preencher o seu nome, email, identificar a pessoa ou entidade a elogiar e deixar umas breves palavras. No caso da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Vila Nova da Barquinha, pode fazer seu elogio AQUI.

Fique também a par onde pode já deixar o seu elogio, via digital ou em papel, nas quase 1000 entidades aderentes ao “Livro de Elogios” em todo o país AQUI.

Ana Rita Cristóvão

Abrantina com uma costela maçaense, rumou a Lisboa para se formar em Jornalismo. Foi aí que descobriu a rádio e a magia de contar histórias ao ouvido. Acredita que com mais compreensão, abraços e chocolate o mundo seria um lugar mais feliz.

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