Igreja Matriz de Atalaia: Créditos: Cláudia Miranda

O Dia Internacional dos Monumentos e Sítios vai ser assinalado em Vila Nova da Barquinha com uma visita guiada à Igreja Matriz de Atalaia, na quinta-feira, 18 de abril, às 18h00, numa viagem que será conduzida por Fernando Freire, presidente do município e investigador da história local. A entrada é livre.

A Igreja da Atalaia é considerada um dos mais belos exemplares da arquitetura renascentista em Portugal possui, no seu interior, azulejos policromados, amarelos e azuis, de grande efeito artístico do século XVII.

Dedicada a Nossa Senhora da Assunção, foi mandada edificar cerca de 1528 por D. Pedro de Meneses, Conde de Cantanhede. A sua traça foi elaborada por João de Castilho, sendo os programas decorativos do portal principal e do arco cruzeiro da autoria de João de Ruão, naquela que é uma das primeiras obras feitas pelo mestre normando em Portugal. Este edifício do século XVI é considerado Monumento Nacional desde 1926.

A iniciativa conta com Fernando Freire, presidente da Câmara Municipal de Vila Nova da Barquinha e investigador da História Local. Nasceu em 1 de fevereiro de 1960 e é natural do concelho do Oleiros, distrito de Castelo Branco. Advogado de profissão, foi militar da Força Aérea no Estado Maior da Força Aérea e vereador da Cultura da Câmara Municipal de Vila Nova da Barquinha.

A visita é gratuita mas com inscrição obrigatória para: turismo@cm-vnbarquinha.pt, telefone: 249 720 353

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A sua formação é jurídica e a sua paixão é História mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 à cidade natal; Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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