Vila Nova da Barquinha apostou, recentemente, na expansão da rede municipal de fibra ótica. Atualmente com mais de cinco quilómetros, a infraestrutura permite aumentar a modernização e a inclusão digital. Este projeto, considerado “estratégico”, coloca a autarquia “na vanguarda da transformação digital, ao trazer conectividade de alta velocidade e qualidade a todos os cantos do município”, lê-se em nota de imprensa.

O troço de fibra ótica liga o edifício da Câmara Municipal ao quartel da GNR, Escola D. Maria II, Escola Ciência Viva, Jardim de Infância, Centro de Saúde, Oficinas Municipais e ao Centro Municipal de Atividade Física Aquagym, passando pelo Jardim de Infância de Moita do Norte, estando a decorrer a intervenção de ligação na freguesia da Praia do Ribatejo e posterior interligação destas freguesias, devendo no futuro abranger as quatro freguesias do Concelho.

A rede municipal de fibra ótica “traz inúmeras vantagens, entre as quais a segurança e a fiabilidade característica das redes de fibra ótica, a performance (transferência de dados entre os serviços significativamente mais rápida), agregação de serviços (dados, telefones, televisão, wifi público, comunicação, serviços distribuídos, etc), redução das despesas correntes (permite poupar nos contratos com operadores) e independência (criação de novas dinâmicas com a agregação dos serviços contratados e gestão interna de serviços e servidores)”, indica ainda a nota de imprensa.

Este investimento permite também melhorar alguns serviços diretos ao cidadão como a rede de MUPIs digitais e ou a rede Barquinha Free WIFI com acesso à internet de alta qualidade.

O projeto promove também a inclusão digital, pois “todos os cidadãos, independentemente da localização ou condição social, terão acesso à internet de alta velocidade”, conclui.

A sua formação é jurídica e a sua paixão é História mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 à cidade natal; Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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