Foto: CMVR

A localidade de Vilar do Ruivo, na freguesia da Fundada, foi a primeira aldeia do concelho de Vila de Rei a integrar o projeto “Aldeia Segura – Pessoas Seguras”. Um programa que pretende garantir uma maior proteção das aldeias e dos seus habitantes em caso de incêndio, resultante de um protocolo assinado entre a Autoridade Nacional de Proteção Civil, a Associação Nacional de Municípios Portugueses e a Associação Nacional de Freguesias.

Numa cerimónia realizada na tarde de 20 de julho, na sede da Liga Cultural Amigos do Vilar do Ruivo, e que contou com a presença do presidente do Município de Vila de Rei, Ricardo Aires, do Comandante e 2º Comandante operacionais do distrito de Castelo Branco da Autoridade Nacional de Proteção Civil, Francisco Peraboa e Amândio Nunes, e dos presidentes das Juntas de Freguesia de Fundada, S. João do Peso e Vila de Rei, foi formalmente oficializada a entrada da aldeia de Vilar do Ruivo neste programa, informa a autarquia em nota de imprensa.

Recorde-se que o programa “Aldeia Segura – Pessoas Seguras” encontra-se a ser implementado em 189 municípios portugueses com freguesias em risco no âmbito da defesa da floresta contra incêndios. Vila de Rei é assim o terceiro concelho do distrito de Castelo Branco a ser inserido no projeto. Os eixos estratégicos passam pela gestão de combustível, o plano de evacuação da aldeia e a realização de campanhas de sensibilização sobre a temática dos incêndios, pode ler-se.

Por seu turno, Ricardo Aires, presidente da Câmara Municipal de Vila de Rei, entende que  “a inclusão da primeira aldeia do nosso concelho no Programa ‘Aldeia Segura – Pessoas Seguras’ é um importante passo para uma melhor prevenção de incêndios florestais. Esta ação vem incentivar a participação da comunidade na prevenção e na tomada das melhores decisões para a salvaguarda de pessoas, bens e para a implementação de estratégias de proteção para estes aglomerados populacionais”.


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Formada em Jornalismo, faz da vida uma compilação de pequenos prazeres, onde não falta a escrita, a leitura, a fotografia, a música. Viciada no verbo Ir, nada supera o gozo de partir à descoberta das terras, das gentes, dos trilhos e da natureza... também por isto continua a crer no jornalismo de proximidade. Já esteve mais longe de forrar as paredes de casa com estantes de livros. Não troca a paz da consciência tranquila e a gargalhada dos seus por nada deste mundo.

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