Vila de Rei marcou presença no Study Tour realizado ao País Basco. Créditos: CMVR

O município de Vila de Rei integrou uma comitiva composta por 37 pessoas num ‘study tour’ promovido pela Associação Sistema Terrestre Sustentável Zero, que decorreu nos municípios de Hernani e da Comunidade Intermunicipal de Sasieta, no País Basco, nos dias 22, 23 e 24 de março.

A comitiva era composta por chefes, vereadores ou vice-presidentes de 15 Câmaras Municipais, empresas municipais responsáveis pela gestão de resíduos, estando também representadas as Entidade Reguladora dos Serviços de Águas e Resíduos (ERSAR), Agência Portuguesa do Ambiente (APA) e um elemento do Grupo EGF.

O município fez-se representar neste ‘study tour’, pela vereadora do Ambiente, Rosa Martins, e pelo técnico João Fernandes, presença justificada pela “importância da temática ambiental para o concelho de Vila de Rei”, lê-se em nota de imprensa.

Portugal enfrenta o enorme desafio de aumentar a sua taxa de reciclagem dos resíduos urbanos para 55% até 2025. E neste contexto, a visita realizada aos municípios bascos de Hernani, Astigarraga e da Comunidade Intermunicipal de Sasieta, “teve como objetivo de dar a conhecer exemplos implementados que podem ser replicáveis na realidade portuguesa”, acrescenta a mesma nota.

A Zero – Associação Sistema Terrestre Sustentável é a organização que, desde junho de 2017, está encarregue da promoção do conceito em Portugal e de criar as condições para a operacionalização de uma rede de comunidades locais que implementam estratégias “Zero Resíduos”.

O conceito ‘Zero Resíduos’ é definido pela ZWIA -Zero Waste International Alliance – como “uma meta que é ética, económica, progressiva, eficiente e visionária, para orientar os cidadãos e as instituições na alteração dos seus estilos de vida e práticas quotidianas, numa sociedade que, para ser sustentável, tem que se reintegrar nos ciclos naturais, onde os resíduos devem ver pensados como recursos”.

A sua formação é jurídica e a sua paixão é História mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 à cidade natal; Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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