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O Tribunal de Contas avançou com o visto prévio favorável à construção da Creche Municipal de Vila de Rei, uma obra acima dos 700 mil euros, com apoio financeiro do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) em cerca de 40%, sendo o Município responsável por 60% do custo do equipamento. O novo edifício ficará localizado junto ao Jardim-de-Infância Municipal e vai reforçar a oferta existente para as crianças dos zero aos três anos, permitindo acolher 51 crianças.

Não obstante ter chegado agora o visto do Tribunal de Contas, o Município de Vila de Rei lançou o concurso público para construção da nova Creche Municipal em setembro do ano passado, tendo sido publicado em Diário da República a 5 de setembro de 2022.

Este é um projeto com candidatura aprovada no âmbito do PRR para requalificação e alargamento da rede de equipamentos sociais nos distritos de Castelo Branco, Coimbra, Guarda e Viseu (25 milhões de euros para 50 projetos).

A empreitada apresenta um preço de 769 983,76 euros, com um prazo de execução de onze meses e uma área de implantação de 772,53 m2. sendo que a comparticipação do PRR será de 493.425,00 euros.

O novo equipamento escolar, esclarece a CMVR em comunicado, irá “permitir acolher um maior número de crianças – um total de 51 – respondendo assim ao aumento da procura pelos serviços municipais da creche que se tem feito sentir nos últimos anos”.

A Creche contará, pois, com dois berçários e salas-parque, duas copas de leites, três salas de atividades, refeitório, copa/cozinha, gabinete técnico e zona de direção, serviços técnicos e administrativos.

O presidente da Câmara Municipal de Vila de Rei, Ricardo Aires, defende que esta é “uma prioridade do executivo”, por forma a “garantir as melhores condições possíveis para o bem-estar das crianças e assegurar o seu correto crescimento e formação. A construção da nova Creche é mais uma forte aposta do Município na área da Educação, que julgamos fulcral para o pleno desenvolvimento das nossas crianças e jovens”.

A sua formação é jurídica mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 a Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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