Jardim da Nossa Senhora da Guia, Vila de Rei. Créditos: CMVR

O município de Vila de Rei vai proceder na segunda-feira, dia 16 de janeiro, pelas 9h00, ao corte de diversas árvores no Jardim da Nossa Senhora da Guia, nomeadamente dois choupos-negros e três ciprestes de grande porte, devido ao risco iminente de queda e perigo que os exemplares identificados apresentam.

Face aos sinais evidentes de problemas fisiológicos em vários exemplares localizados no jardim da Nossa Senhora da Guia, o município de Vila de Rei solicitou a realização de uma avaliação fitossanitária e avaliação de risco de rutura do arvoredo existente de forma a conhecer a atual estabilidade e avaliar a sua perigosidade para os transeuntes do espaço em que se encontram.

Esta avaliação foi realizada externamente pelo Laboratório de Patologia Vegetal “Veríssimo de Almeida” da Universidade de Lisboa, Instituto Superior de Agronomia.

Com a realização da referida avaliação fitossanitária e avaliação de risco de rutura, foram identificados dois choupos-negros da espécie Populus nigra e três ciprestes de grande porte que, segundo o município, apresentam diversos defeitos estruturais graves ao nível da copa e do tronco que não podem ser mitigados, recomendado o referido Laboratório o abate e remoção das árvores identificadas que apresentam problemas fitossanitários e estruturais, constituindo um risco para a segurança de pessoas e bens.

Assim, por razões de segurança, o município informa que a circulação no Jardim da Nossa Senhora da Guia encontra-se condicionada e poderá ocorrer limitação de trânsito na zona envolvente.

Refira-se ainda que o município irá assumir o compromisso de efetuar a plantação de novas árvores no Jardim da Nossa Senhora da Guia por cada exemplar abatido.

Paula Mourato

A sua formação é jurídica mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 a Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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