Festival do Almeirão, Azeite Novo e Pão Caseiro, em Borda da Ribeira, Vila de Rei. Créditos: CMVR

A quinta edição do ‘Festival do Almeirão, Azeite Novo e Pão Caseiro’ levou mais de 350 pessoas a Borda da Ribeira (Vila de Rei) e com duas novidades que enriqueceram a experiência: a presença de artesãos locais, que expuseram os seus trabalhos, e um intercâmbio gastronómico com a região de São Tomé e Príncipe, ampliando o leque de sabores disponíveis e proporcionando uma fusão cultural inédita no festival.

O evento de 2025, já consolidado como um marco gastronómico da região, voltou a ser, segundo a organização, “um enorme sucesso”, com os convivas a desfrutarem de um Menu Buffet que incluiu a tradicional Sopa de Almeirão e uma variedade de pratos de carne, peixe e grelhados, onde o almeirão teve destaque como acompanhamento principal.

A ADRC Borda da Ribeira, Louriceira e Marmoural, em parceria com os Municípios de Vila de Rei e Mação, a Junta de Freguesia de Vila de Rei e a União de Freguesias de Mação, Penhascoso e Aboboreira, organizou esta quinta edição do ‘Festival do Almeirão, Azeite Novo e Pão Caseiro’, que decorreu no Pavilhão Multiusos da Borda da Ribeira.

O vice-presidente da Câmara Municipal de Vila de Rei, Paulo César Luís, esteve presente no evento, elogiou a organização, dando os “parabéns à Associação da Borda da Ribeira, Louriceira e Marmoural pelo sucesso deste festival, que rapidamente se tornou num dos momentos altos do calendário gastronómico do nosso Concelho. É fundamental continuar a valorizar o nosso património cultural, promovendo a gastronomia, os produtos locais e as tradições que nos definem”.

Por sua vez, o presidente da ADRC Borda da Ribeira, Louriceira e Marmoural, Bruno Fernandes, destacou o crescente entusiasmo pelo festival: “Tivemos uma adesão fantástica, com uma fantástica adesão de público – apesar do mau tempo que se fazia sentir – incluindo muitos que já repetem a sua presença. Este sucesso não seria possível sem o contributo e apoio da população local, que desempenha um papel essencial na organização desta iniciativa”.

A sua formação é jurídica e a sua paixão é História mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 à cidade natal; Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

Deixe um comentário

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *