Vila de Rei abre inscrições para ‘Concurso de Presépios’ . Foto ilustrativa: DR

A Biblioteca Municipal de Vila de Rei volta a assinalar a época natalícia com a organização da décima sétima edição do Concurso de Presépios. Para esta edição de 2024, voltam a poder concorrer candidatos particulares, associações, instituições e estabelecimentos de ensino a título individual ou em grupo.

Todos os interessados em participar deverão efetuar a sua inscrição entre os dias 11 e 15 de novembro, mediante preenchimento da respetiva ficha de inscrição (disponível em www.cm-viladerei.pt) e entrega na receção da Biblioteca Municipal José Cardoso Pires, ou ainda via postal, com aviso de receção e carimbo dos CTT até à data limite do período de inscrições.

Os presépios inscritos no XVII Concurso de Presépios ficarão depois expostos na Biblioteca Municipal José Cardoso Pires de 2 de dezembro de 2024 a 6 de janeiro de 2025.

Os três presépios mais votados pelo público e por um júri nomeado para o efeito serão premiados com 100€ para o primeiro classificado, 75€ para o segundo e 50€ para a terceira posição. Todos os participantes recebem um prémio de participação no valor de 20€.

O concurso volta a incentivar o uso de materiais recicláveis e a utilização de matérias-primas existentes na região para a construção dos trabalhos, ao mesmo tempo que revitaliza o simbolismo dos presépios e das tradições natalícias.

Todos os interessados poderão consultar as normas do Concurso em www.cm-viladerei.pt

A sua formação é jurídica e a sua paixão é História mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 à cidade natal; Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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