Workshop de ‘Bollywood Dance’. Créditos: Pixabay

A artista performativa indiana Kritika Thakur vai desenvolver, na tarde de sábado, dia 5 de novembro, um workshop de ‘Bollywood Dance’, a realizar no Centro Geodésico, numa iniciativa do projeto RESINA.PT – Programação Cultural em Rede do Pinhal Interior Sul.

A ação é de participação livre e aberta a toda a população interessada. O programa conta com a realização do workshop com os ritmos de dança de Bollywood, a partir das 14h00, e com a apresentação pública de uma coreografia treinada durante a tarde, pelas 17h00.

Kritika Thakur é artista performativa, professora de dança e coreógrafa indiana, que trabalha na indústria de dança e entretenimento há mais de 9 anos. A sua formação de dança é nos estilos Jazz, Ballet, Contemporâneo, Jazz Moderno, Bollywood, Danças Indianas Tradicionais, Indiano Semi-Clássico, Salto Alto, Dancehall e Street & Funk, com professores indianos e internacionais de todo o mundo.
Trabalhou já com muitas celebridades e coreógrafos de Bollywood, em Mumbai na Índia, e trabalhou como líder feminina em musicais de Bollywood que viajaram por todo o mundo. Com uma experiência de mais de mil espetáculos ao vivo, Kritika Thakur vive atualmente no Porto e trabalha com várias escolas de dança, eventos e festivais por toda a Europa.

O projeto RESINA-PT – Programação Cultural em Rede no Pinhal Interior Sul, é cofinanciado no âmbito do Centro 2020, Portugal 2020 e Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional da União Europeia, e levado a cabo pela Pinhal Maior e os Municípios de Oleiros, Proença-a-Nova, Mação, Sertã e Vila de Rei.

Paula Mourato

A sua formação é jurídica mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 a Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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