Município de Vila de Rei distinguido com Bandeira Verde ECO-XXI. Créditos: CMCR

O Município de Vila de Rei, foi pelo segundo ano consecutivo, distinguido com o galardão Bandeira Verde ECO-XXI, figurando assim entre os municípios portugueses com melhores índices de sustentabilidade, numa cerimónia realizada no dia 27 de outubro, no Fórum Cultural de Ermesinde.

Vila de Rei alcançou este ano um índice global ECOXXI de 70,6%, o melhor resultado de sempre, superando os 50,8% do ano passado, tornando-se assim, um dos 15 Municípios portugueses com melhores índices de sustentabilidade.

A vereadora com o pelouro do Ambiente, Rosa Martins, mostrou-se “orgulhosa por esta importante distinção, que reconhece e valoriza o importante e louvável trabalho que o Município de Vila de Rei tem vindo a implementar na área da sustentabilidade nos últimos anos, um elemento-chave para garantir a qualidade de vida para quem aqui vive ou escolhe Vila de Rei como sua casa, mas também para os muitos turistas que nos visitam, e dar-nos ainda mais motivação para continuarmos a melhorar e a promover os encantos do nosso Concelho”.

Implementado desde 2005 pela Associação Bandeira Azul da Europa e inspirado nos princípios subjacentes à Agenda 21, o Programa ECOXXI procura reconhecer as boas práticas de sustentabilidade desenvolvidas ao nível do Município, através da avaliação, por um conjunto de peritos que compõem a Comissão Nacional onde estão representadas 34 instituições que avaliam os resultados de 21 indicadores e 71 subindicadores de sustentabilidade local, que demonstram a implementação de boas práticas, políticas e ações em torno de alguns temas considerados chave: Promoção da Educação Ambiental.

Programas FEE; Implementação do Programa Bandeira Azul; Participação, Cidadania e Governança; Informação disponível aos munícipes; Emprego; Cooperação com a Sociedade Civil; Certificação em Sistemas de Gestão de Qualidade; Áreas Classificadas; Conservação da Natureza; Gestão e Conservação da Floresta; Ordenamento do Território e Ambiente Urbano; Qualidade do Ar e Informação ao Público; Qualidade da Água para Consumo Humano; Qualidade dos Serviços de Águas; Produção e Recolha Seletiva de Resíduos Urbanos; Valorização do Papel da Eficiência Energética na Gestão Municipal; Mobilidade Sustentável; Qualidade do Ambiente Sonoro; Agricultura e Desenvolvimento Rural Sustentável e Turismo Sustentável.

Dos resultados dos 21 indicadores, destaca-se a nível nacional o primeiro lugar no indicador “Gestão e Conservação da Floresta”, o segundo lugar no indicador “Água Segura e Qualidade dos Serviços de Águas Prestados aos Utilizadores”, terceiro lugar no indicador “Ordenamento do Território: Espaços Públicos, Planeamento e Requalificação Urbana” e por fim o sexto lugar no indicador “Alterações Climáticas.”

Paula Mourato

A sua formação é jurídica mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 a Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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