Páscoa. Foto: DR

A Paróquia de Vila de Rei encontra-se a celebrar a Semana Santa e a Páscoa, convidando toda a população do Concelho a juntar-se às diversas iniciativas que decorrem nos próximos dias.

No domingo passado, 24 de março, celebrou-se o ‘Domingo de Ramos’, com a bênção de ramos na Igreja de Nossa Senhora da Guia e procissão para a Igreja matriz de Vila de Rei, antes da eucaristia. Na Fundada, decorreu também a bênção de ramos no Cruzeiro, seguindo-se a eucaristia.

Na próxima quinta-feira, dia 28, celebra-se a ‘Eucaristia comemorativa da Ceia do Senhor’, às 17h00 em Fundada e às 19h00 em Vila de Rei.

Na sexta-feira, 29 de março, decorre às 15h00 a ‘Celebração da Paixão do Senhor’, em Vila de Rei, e, pelas 17h00, uma Via Sacra pelas ruas e a ‘Celebração da Paixão do Senhor’ em Fundada. No dia seguinte, sábado santo, decorre a Solene Vigia Pascal e canto das Aleluias, pelas 21h00, em Vila de Rei.

As celebrações da Páscoa terminam no domingo, Dia de Páscoa da Ressurreição, com a Eucaristia Solene da Páscoa, às 09h00 em Vila de Rei, e a Procissão da Ressurreição e Eucaristia Solene em Fundada, pelas 11h00.

A Paróquia de Vila de Rei sugere ainda que a população possa colocar diferentes objetos nas janelas, portas ou varandas, mostrando o apoio e a alegria desta data festiva.

Assim, na Quinta-feira Santa, é sugerida a colocação de flores. Na Sexta-feira Santa sugere-se a colocação de um crucifixo, cruz de madeira ou pano roxo. Por fim, no Domingo de Páscoa – “Alegria da Ressurreição”, é proposta a colocação de uma colcha, pano branco, fita branca e flores.

A sua formação é jurídica e a sua paixão é História mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 à cidade natal; Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

Deixe um comentário

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *