Casa Xavier na Fundada. Foto: CM Vila de Rei

O Museu Municipal de Vila de Rei vai receber de 12 de fevereiro a 19 de abril, a exposição ‘Casa Xavier – ao serviço da Palavra e do Reino de Deus’. Em exposição vão estar peças recentemente restauradas e recuperadas da antiga casa da Família Xavier, na localidade de Silveira (Fundada).

Esta mostra vai dar possibilidade ao público de “conhecer mais sobre a história da habitação onde viveu D. Mateus de Oliveira Xavier, Arcebispo Primaz de Goa, Bispo de Cochim e Patriarca das Índias Orientais”, pode ler-se em nota de imprensa.

Esta é uma casa que cruza a história da família Xavier, em particular D. Mateus de Oliveira Xavier, Patriarca das Índias, e do irmão Monsenhor Sebastião de Oliveira Xavier, que ali deixaram todo o legado. É propriedade da autarquia e está classificada como Imóvel de Interesse Municipal. A casa vai ser doada à Fundação João e Fernanda Garcia para implantação de projeto social, servindo para criação de um equipamento para acolhimento de migrantes e casa abrigo para vitimas de violência, assim como outras valências de caráter social.

A casa da família Xavier, na localidade da Silveira – freguesia da Fundada – é uma casa rural de uma família de proprietários também rurais, que iniciou construção em meados de setecentos. Contém um anexo e um espaço onde se faria o arrumo de alfaias, bem como um terreno de cultivo contíguo.

Segundo informação da autarquia, chegaram a habitar aquela casa, no início do século XX, mais de uma dezena de pessoas, altura em que sofreu obras de ampliação. O edifício foi também dinamizado a partir dos anos 20 pela atividade médica do Dr. Mateus Tavares Xavier.

A exposição poderá ser visitada de quarta a domingo, das 09h00 às 13h00 e das 14h00 às 17h00.

Formada em Jornalismo, faz da vida uma compilação de pequenos prazeres, onde não falta a escrita, a leitura, a fotografia, a música. Viciada no verbo Ir, nada supera o gozo de partir à descoberta das terras, das gentes, dos trilhos e da natureza... também por isto continua a crer no jornalismo de proximidade. Já esteve mais longe de forrar as paredes de casa com estantes de livros. Não troca a paz da consciência tranquila e a gargalhada dos seus por nada deste mundo.

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