Créditos: Município de Vila de Rei

O Museu de Geodesia, localizado no Centro Geodésico de Portugal, recebeu, esta quinta-feira, 6 de janeiro, o lançamento em território nacional dos serviços de comunicação de quinta geração – 5G, numa cerimónia que contou com a presença do presidente executivo da Altice, Alexandre Fonseca, e do vice-presidente da Câmara Municipal de Vila de Rei, Paulo César Luís.

A tecnologia 5G é a evolução da rede móvel para a 5ª geração. Com a 5G chegam velocidades muito superiores, menores tempos de resposta (latência) e uma rede mais robusta, capaz de entregar Internet e Voz com qualidade, mesmo nas zonas e situações mais congestionadas, proporcionando uma melhor experiência de utilização para muitos equipamentos, disponíveis no portfólio empresarial, em simultâneo e onde quer que estejam.

Durante a apresentação, Alexandre Fonseca afirmou que “este lançamento simbólico do arranque da rede 5G da MEO, que chega desde logo a todas as capitais de distrito, pretende ser uma ferramenta de combate às assimetrias regionais, na procura da universalidade do acesso às comunicações.”

Paulo César Luís começou por agradecer “a escolha de Vila de Rei para o lançamento da 5G, num gesto que pretende mostrar a centralidade e a globalidade deste projeto.”

Afirmou, ainda, que “o reforço da qualidade das telecomunicações vem facilitar a comunicação do Município com os seus habitantes e, principalmente, o acesso das pessoas à informação. Estamos certos que, com esta nova tecnologia, a comunicação dos munícipes com os serviços autárquicos será realizada de uma forma ainda mais célere e eficiente.”

A implementação da tecnologia 5G promete reforçar os meios comunicacionais existentes até à data.

Paula Mourato

A sua formação é jurídica mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 a Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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