Município de Vila de Rei revigorou vários espaços verdes no Concelho. Créditos: CMVR

O Município de Vila de Rei desenvolveu, ao longo das últimas semanas, um processo de plantação de novas árvores e arbustos, na sequência da aprovação da candidatura “Apoio à Transição Climática ‘Intervenções de Resiliência dos territórios face ao risco | (Re)arborização de espaços verdes e criação de ilhas-sombra em meio urbano, do programa de Assistência à Recuperação para a Coesão e os Territórios da Europa (REACT-EU)”.

No total, foram plantadas 183 árvores e 110 arbustos, divididos pelo Bosque da Vila, Parque da Ribeira da Vila, Jardim de Nossa Sra. da Guia, Estrada Nacional 2, Zona Industrial de Vila de Rei, Calçada da Fonte e jardins do Monumento à Família Vilarregense e dos Antigos Combatentes.

Para além da aquisição e plantação destas árvores e arbustos, a candidatura incluiu também a regularização e estabilização de taludes do Vale Galego, a instalação de escadaria de aceso ao Loteamento Vale Galego/Bosque da Vila, a aquisição de mobiliário urbano e a modernização do sistema de rega, num total de 67.154,66 €.

Fora do âmbito desta candidatura, o Município de Vila de Rei procedeu ainda à plantação de mais dezasseis árvores, divididas pela Bica da Milriça (nove), Praia Fluvial do Bostelim (quatro) e parque infantil junto ao Jardim de Infância (três).

O presidente da Câmara Municipal de Vila de Rei, Ricardo Aires, afirma que “a plantação destas novas árvores e arbustos em diferentes pontos de Vila de Rei pretende aumentar a biodiversidade dos espaços verdes, reforçando a rearborização destes espaços com novas espécies, tornando-os mais estéticos e paisagísticos. As espécies plantadas apresentam uma baixa vulnerabilidade às ondas de calor e assumem um papel fundamental na regularização microclimática, promovendo a purificação da atmosfera e a melhoria da salubridade do local”.

A sua formação é jurídica e a sua paixão é História mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 à cidade natal; Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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