Foto: CM Vila de Rei

O executivo da CM Vila de Rei aprovou por unanimidade, na última reunião ordinária realizada no dia 18 de maio, o protocolo de parceria com a Diocese de Portalegre-Castelo Branco com vista à candidatura do projeto “Rotas do Sagrado” ao Turismo de Portugal. Na região do Médio Tejo também Sardoal e Sertã já aprovaram este protocolo de parceria com a Diocese de Portalegre-Castelo Branco.

Segundo informação da autarquia, este protocolo pretende estabelecer uma parceria “de colaboração técnica, científica e financeira para a salvaguarda e valorização do património da Diocese de Portalegre – Castelo Branco”, quer património material, imóvel, móvel e integrado e imaterial, de relevante interesse histórico, arqueológico, artístico, etnográfico e antropológico que é propriedade da Diocese. Esta parceria representará um custo de 2 mil euros anuais à autarquia, por três anos.

Prevê-se uma “atuação conjunta no sentido da preservação e fruição do património religioso no seu território, promovendo o reforço de cooperação técnica, científica e humana entre as duas instituições, planificando e desenvolvendo uma política de salvaguarda, valorização e divulgação turística e cultura”, lê-se no parecer dos serviços da Câmara, que submeteu a aprovação para o executivo municipal.

O vice-presidente da autarquia, vereador com o pelouro do Turismo, Paulo César Luís, mencionou a pertinência deste projeto pois “todo o património, para além de ser preservado, interessa catalogar e inventariar”.

Também Ricardo Aires, presidente da Câmara vilarregense, se mostrou expetante quanto a este projeto, nomeadamente enquanto estratégia de desenvolvimento do turismo religioso na região, que começa a descentralizar-se do Santuário de Fátima.

Ricardo Aires (PSD) refere achar “que vai ser bom” e está expetante que o público internacional possa aderir à descoberta do turismo religioso no concelho de Vila de Rei.

“Este projeto visa o recenceamento dos Bens Culturais da Diocese, tanto materiais como imateriais, a sua defesa, proteção e salvaguarda e consequente divulgação através de diversas propostas”, segundo pode ler-se na informação divulgada no site da Diocese. O objetivo da candidatura “visa a gestão dos Bens Culturais na referência das suas finalidades essenciais, espiritual e cultural”, lê-se.

Joana Rita Santos

Formada em Jornalismo, faz da vida uma compilação de pequenos prazeres, onde não falta a escrita, a leitura, a fotografia, a música. Viciada no verbo Ir, nada supera o gozo de partir à descoberta das terras, das gentes, dos trilhos e da natureza... também por isto continua a crer no jornalismo de proximidade. Já esteve mais longe de forrar as paredes de casa com estantes de livros. Não troca a paz da consciência tranquila e a gargalhada dos seus por nada deste mundo.

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